Sonoe Shimoda: a continuação da confidência Epsódio 2 Parte 2

Sonoe Shimoda continua sua confidência a Ernesto e revela os acontecimentos mais difíceis dos últimos dias daquela visita. Entre medo, curiosidade, culpa e desejo, ela tenta compreender uma experiência que mudou sua maneira de enxergar a própria intimidade.

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Xaien 18+ · Temporada 1 · Episódio 2 · Parte 2

A conversa na cozinha ainda estava longe de terminar. Depois de revelar a Ernesto as primeiras lembranças daquele visitante, Sonoe respirou fundo antes de chegar à parte de sua história que mais a constrangia. Era também a parte que ela mais precisava compreender.

A proposta que mudou o tom da visita

No dia seguinte eu estava no meu quarto, era por volta das 14 horas, era mais ou menos que eu faço café, ele me procurou e falou: antes de tomar o café, podemos conversar sobre a minha proposta? Eu disse que sim. Aí ele me elogiou, elogiou a roupa que eu estava, falou que estava muito bonita e muito sexy. Ernesto Seu amigo pergunta: Ele te elogiou? Falou que você estava bonita e sexy? Por quê? Você estava com alguma roupa diferente? Sonoe respondeu: Bom, como ele ia me fazer uma proposta, eu imaginei que ele ia me pedir a mesma coisa do que ele fez a última vez. Eu sentar no colo dele, mas ele com o pênis pra fora, mas eu não olharia o pênis dele e sentaria em cima pra sentir.

Sonoe Shimoda no quarto durante a continuação de sua confidência
Sonoe recorda o início da conversa que antecedeu a proposta.
— Ele elogiou sua roupa? Disse que você estava bonita e sensual? — Ernesto perguntou. — Você tinha escolhido algo diferente naquele dia?

Sonoe admitiu que sim. Imaginava que o visitante pudesse propor uma repetição da proximidade que já havia acontecido entre eles. Por isso, escolhera cada peça de maneira contraditória: queria sentir que mantinha algum controle, embora uma parte dela também estivesse curiosa, Então pensando nisso, eu coloquei uma blusa baby look com sutiã por baixo, com medo dele pôr a mão por baixo da minha blusa e coloquei um short suplex estilo legging, que é bem colado no corpo, que daria pra mim sentir bem a parte íntima dele e, ao mesmo tempo, por ser colado no corpo, se ele tentasse pôr a mão, seria difícil e eu conseguiria me defender. Porque eu confiava muito nele, mas eu sentia ainda muito medo de ficar sozinha com ele. Eu não sabia até onde eu podia confiar com ele. Por isso que eu coloquei essa roupa.

Sonoe Shimoda usando baby look e short suplex no quarto
A roupa escolhida revelava o conflito entre curiosidade, proteção e medo.

O amigo Ernesto responde: Entendo, entendo você. Então, por um lado, você já estava segura em ter algum tipo de intimidade com ele e talvez estivesse até sob um certo domínio psicológico dele, sem entender muito o que estava acontecendo. Sonoe Responder. Eu acho que sim, mas ao mesmo tempo sentia medo, O amigo Ernesto pergunta: Mas medo do quê? Medo dos meus pais descobrirem, porque eu ainda sou virgem, nunca tive namorado. Medo dele não ser aquele homem de confiança e tentar algo mais. Inseguranças naturais da cabeça de uma garota. E Ernesto responde: Eu compreendo você, mas me diga, qual foi a proposta?

Ernesto escuta Sonoe falar sobre confiança e insegurança
Ernesto tenta entender os sentimentos contraditórios de Sonoe.
— Talvez você já estivesse envolvida por uma influência emocional que ainda não conseguia perceber — ponderou Ernesto. — É apenas a minha leitura. Você se sentia segura?

— Em parte. Mas também sentia medo.

— Medo de quê?

— Bom, ele pediu que eu sentasse na cama e eu me sentei e ele me disse que já havia me visto em casa algumas vezes de mini saia, com aquela mini saia cor de rosa e que havia percebido que eu usava calcinhas de rendinha pequenas, que não chegam a ser fio dental, mas são calcinhas cavadas e que isso atraía muito ele. E como eu havia já dito pra ele que o acontecido, né, dele ter colocado o pênis pra fora quando eu sentei pela última vez, apesar do medo e de todo o desconforto que provocou, eu acabei confessando pra ele também que senti algum prazer. Ele sabe disso. Então ele me propôs, ele sabia que eu era virgem, ele me disse que sabia que eu era virgem, que eu ficasse, que eu vestisse a mini saia com uma calcinha pequena, uma mini blusa e que eu ficasse encostada na pia como se estivesse lavando louça e ele viria por trás, colocaria pra fora o pênis e passaria um gel à base de água no pênis dele, puxaria minha calcinha de lado e me penetraria no bumbum.

Sonoe sentada na cama enquanto escuta a proposta do visitante
No quarto, Sonoe escuta uma proposta muito mais íntima do que esperava.

Mas me penetraria no bumbum devagar, apenas a ponta, um pouco, até onde aguentasse. E ele me disse essas coisas. Ele falou: Eu estou te dizendo essas coisas porque eu sei que você é insegura, é tímida e não vai querer ter relação sexual com um homem, tirar a roupa e ir para uma cama. Sonoe Continua dizendo. Ele sabe que eu não faria isso. Então a ideia me assustou bastante, mas ao mesmo tempo me atraiu muito. E eu fiquei de pensar. E ele disse: Olha, faltam poucos dias pra mim embora, três ou quatro dias. Pensa bem e vamos fazer amanhã na hora do café. E eu falei: Tudo bem, eu vou pensar. Só que nesse intervalo entre um dia e outro, dentro de casa várias vezes ele conversou comigo, mesmo com meus pais em casa, sem meus pais verem ou ouvirem, perguntando se eu já tinha pensado, que seria bom pra mim, que eu ia gostar, que ele não ia me machucar, enfim. Até que eu acabei aceitando e no dia seguinte, na hora do café da tarde aconteceu.

Sonoe dividida entre medo e curiosidade antes de responder à proposta
A mesma imagem retorna no instante em que Sonoe revive sua indecisão.

Ernesto e a garota Sonoe Ernesto e a garota Sonoe Ainda sentados na cozinha, continuou o assunto. Ernesto pergunta: Você quer me contar como é que foi? E sonhei, disse: Tudo bem. No dia seguinte ele veio falar comigo e eu estava muito nervosa, assustada, mas ele foi muito tranquilo comigo. Então eu fui para a pia da cozinha, como se estivesse lavando a louça, com a minha minissaia, uma mini blusa. Ele levantou a minha minissaia, passou um creme no pênis. Eu não olhei o pênis dele, eu não vi o pênis dele, mas eu senti ele puxar a minha calcinha de lado, eu empinei um pouco o bumbum para trás, ele colocou o pênis no buraquinho do meu bumbum e começou a enfiar. E conforme ele enfiava eu sentia o buraquinho abrir e o pênis entrando. Até que entrou um determinado ponto e começou a doer. Aí eu falei: Tá doendo. Aí ele parou e tirou. Parou, falou: Posso colocar de novo? Eu falei: Tudo bem.

Sonoe junto à pia da cozinha durante uma lembrança íntima
Na cozinha, a curiosidade de Sonoe encontra seus primeiros limites concretos.

Aí ele colocou de novo, aí começou a entrar. Ernesto Interrompe ela falando e pergunta: Mas assim, entrava ponta quanto? Sônia responde: Ah, eu não sei dizer exato, mas eu sentia a ponta do pênis entrar e mais um pouco. E depois de três tentativas que ele fez, na terceira entrou a ponta e mais um pouco. E aí não doeu mais. Eu senti uma dor leve, mas eu estava muito excitada. Então senti que ele ficou com o pênis lá dentro mais tempo e fazendo alguns movimentos pra frente e pra trás. Até parar. Ernesto Pergunta. Ele chegou a ejacular? Sonoe Responde não. Ele, quando ele viu que eu tava dolorido, ele parou. Ele parou, aí eu pedi pra ele guardar. Falei pra ele que eu não queria ver o pênis, ele me respeitou, guardou na calça. E eu fui pro banheiro, me lavei, tomei banho, ele também. Depois conversamos sobre o assunto.

Repetição da cena de Sonoe na cozinha durante sua confidência
A cena se repete na memória enquanto Sonoe explica as pausas e os limites daquele momento.
Ernesto, amigo, que estava sentado na cozinha, se levanta e pergunta: O que vocês conversaram depois que você tomou banho, depois que ele tomou banho? Sonoe responde: A gente não teve muito tempo de conversar, porque meus pais estavam pra chegar. Mas ele só me perguntou se eu estava bem, se eu não estava com dor. E eu respondi que sim, que eu estava bem, que estava um pouco dolorido, mas estava tudo bem, eu não estava com dor. E falou se eu não queria que ele comprasse uma pomada pra passar, se estivesse doendo. Eu falei que não precisava, que só estava um pouco dolorido. Aí ele me perguntou se eu precisasse de alguma coisa, falasse com ele.

Ernesto se levanta na cozinha enquanto conversa com Sonoe
De pé, Ernesto pergunta o que aconteceu depois daquela primeira experiência.

Sonoe e o visitante junto à janela do quarto
Junto à janela, Sonoe volta a confrontar desejo, culpa e insegurança.

No dia seguinte, à tarde, ele me chamou de novo pra conversar e falou: Vamos sentar de novo? Dessa vez você fica na janela do seu quarto. Eu relutei um pouco, falei que era melhor não, que eu tava me sentindo pecadora, me sentindo mal. Aí ele me perguntou se eu senti prazer e tinha gostado e tava pensando naquilo ainda. Eu disse que sim. Aí ele falou: Então vamos sentar de novo, mais uma vez, só faltam dois dias para eu ir embora. E eu acabei aceitando. Me debrucei na janela, ele veio por trás, passou um gel no pênis, puxou minha calcinha de lado e de novo começou a me penetrar. Nas duas primeiras vezes doeu um pouquinho, ainda tava dolorido do dia anterior. Mas na terceira vez, quando ele pôs a ponta e empurrou um pouquinho, já aguentei mais, já não tava mais dolorido e deu pra ele ficar um tempinho lá dentro, colocando e tirando, mas não muito.

Sonoe relembra uma segunda aproximação junto à janela
Uma nova tentativa faz Sonoe perceber que seu corpo e sua consciência reagiam de formas diferentes.
Ernesto, o amigo volta a perguntar. Ele fez essas três vezes. Na terceira vez ele ficou colocando e tirando. Entrava um pouco mais do que a ponta, como você disse. Ele não ejaculou. Aí parou. Sonoe responde sim, aí ele parou. E eu fui no banheiro, não senti necessidade de tomar banho, só me limpei. depois ele também. Ernesto Pergunta: E depois, ele não tentou de novo no mesmo dia? Sim. No mesmo dia ele falou: Vamos sentar de novo na janela do quarto? Como ainda faltava aproximadamente umas duas horas para os meus pais chegarem, eu aceitei. Aí fomos para a janela do quarto. Só que quando ele tentou entrar, penetrar a primeira vez, foi mais dolorido. Mas aí ele passou mais gel e foi tentando devagar. E na segunda vez entrou a ponta. Entrou a ponta, ele deixou um pouquinho lá dentro e tirou. Aí a terceira vez ele colocou de novo, entrou a ponta e mais um pouco. Mas aí ele empurrou mais, entrou um pouco mais do que o normal. E aí eu falei: Ai, tá doendo. Aí ele parou e tirou. Aí ele falou: Espera que eu vou passar um pouquinho mais de gel pra não doer. Eu falei: Tudo bem. E por algum motivo que eu não sei explicar, pela primeira vez eu fiquei mais relaxada, mais confortável com a situação. Ernesto Ernesto, o amigo pergunta: Você, nessa terceira vez, estava mais excitada? Sim, responde Sonoe. Sim. Eu estava muito excitada. minha calcinha estava muito molhada.

Momento de maior intensidade emocional junto à janela do quarto
Medo e desejo se misturam quando Sonoe decide avançar um pouco mais.

E ele percebeu a minha excitação pela minha respiração ofegante. Por isso que ele tentou pela primeira vez penetrar de novo pela quarta vez. e passou mais gel. Ernesto Ernesto pergunta novamente: então como foi a quarta vez? O Sonoí responde: bom, a quarta vez, como eu acho que ele já tinha penetrado algumas vezes, o meu buraquinho, né, o meu bumbum, acho que ficou um pouco mais laceado. Então a quarta vez ele também passou mais gel à base de água. E quando ele penetrou, entrou a ponta, e depois ele empurrou, entrou um pouco mais do que a ponta, ele me perguntou se tava doendo. Eu falei que não, que estava tudo bem. E quando eu senti, eu senti uma sensação do meu ânus, né, do meu cozinho, abrindo sozinho, voluntariamente. Aí eu percebi que era ele que estava empurrando o pênis mais pra dentro. Eu acredito que deve ter entrado mais ou menos até metade. E ele ficou colocando e tirando vagarosamente, e perguntando se tava doendo. E eu dizia que não. Mas nesse momento eu já estava com as pernas muito moles, já não estava conseguindo ficar em pé, de muita excitação, de medo e também da posição que eu estava. E aí ele tirou o pênis e nós paramos e aí eu fui tomar banho. E nesse dia nós encerramos. E nessa última vez que ele conseguiu colocar metade, ficou lá dentro mais tempo e não ejaculou? Não, ele não ejaculou. Ele falou que sentiu vontade, chegou perto, mas achou melhor não. Achou melhor esperar o momento certo. Aí a gente encerrou aquele dia.

Ernesto pergunta a Sonoe sobre o último dia da visita
A confidência se aproxima do momento mais difícil para Sonoe.

O amigo Ernesto pergunta: E como é que foi o penúltimo dia ou o último dia com ele na sua casa? Ele insistiu muito? Pegou muito no seu pé? Sonoe responde: Não, ele foi tranquilo. Conversava bastante comigo, perguntava se eu não estava sentindo dor. O amigo Ernesto perguntou: E aí, teve mais vezes? ou no último dia? ou um dia antes dele ir embora? Sonoe responde: Sim. Ele pediu mais uma vez, no dia que ele ia embora. Ele ia embora à noite, ele ia pegar um ônibus à noite, e à tarde estávamos sozinhos em casa. Ele pediu mais uma vez pra eu colocar essa mini saia rosa e uma mini blusa, mas que eu sentasse numa cadeira, ao contrário, de costas, pra ele me penetrar por trás, puxando a calcinha de lado. Eu fiquei meio desconfortável, perguntei: Mas por quê? Aí ele me explicou que nessa posição entra mais fácil e não tem dor. E eu aceitei.

Sonoe sentada ao contrário na cadeira no último dia do visitante
No último dia, Sonoe escolhe atravessar o limite que até então havia imposto.

Então eu sentei na cadeira, abri as pernas, fiquei de costas pra ele, ele veio por trás, puxou a minha calcinha de lado, passou gel, colocou. Eu imaginei que quando ele começasse a empurrar ia começar a doer, como foi das outras vezes, mas eu não sei se era aquela posição que eu estava, com a perna muito aberta ali na cadeira, ou se porque ele já havia me penetrado antes, ou uma soma das duas coisas. Ele passou gel no pênis, colocou o pênis, puxou minha calcinha de lado, me empurrou e entrou sem doer. E quando eu senti, o meu ânus, o meu cuzinho começou a abrir voluntariamente sozinho. E eu comecei a sentir que era o pênis dele entrando. E dessa vez entrou tudo. E ele ficou fazendo, eu não sei explicar, não sei as palavras direito, ficou colocando e tirando bem rápido, como vocês homens falam, né? Fazendo sexo. Ficou fazendo bem rápido e eu fiquei muito excitada. E eu meio que perdi os sentidos, as pernas ficaram moles. Até que dentro de mim eu senti um jato quente, era ele ejaculando dentro de mim. E eu não sei se é coincidência, ou se é coisa da natureza, mas no momento que eu senti o jato quente, ele ejaculando dentro de mim, eu também comecei a ter orgasmo. Foi a primeira vez na minha vida que eu tive orgasmo junto com um homem. Foi uma sensação maravilhosa. O amigo Ernesto pergunta: e aproximadamente que horas eram isso?

Cena retomada durante a lembrança do desfecho da experiência de Sonoe
A imagem reaparece no clímax da confidência, quando Sonoe descreve o impacto daquela despedida.
Ah… ele veio conversar comigo logo depois do almoço. Então a gente se antecipou, porque tinha que arrumar as coisas dele. Começamos… ele começou a me penetrar por volta de duas, duas e meia da tarde. Aí eu não sei exatamente o horário, se foi três horas da tarde, três e pouquinho, que ele terminou de me penetrar. O amigo Ernesto pergunta novamente: E depois que ele ejaculou dentro de você, como é que você fez? Você levantou, escorreu? Sonoe responde: Então, ele me avisou se eu levantasse ia escorrer. Então ele pegou um papel higiênico no banheiro pra mim. Eu coloquei dentro da calcinha e fui até o banheiro. Fechei a porta, tomei um banho. Quando eu saí ele entrou, ele tomou um banho. Isso já era por volta de umas quinze pras quatro. Meus pais chegaram só sete da noite, ele ia viajar às nove. Eram por volta de quinze pras quatro, dez pras quatro. Aí eu já tava arrumada. O amigo nessa pergunta. E a sensação que você teve, tanto de prazer como de dor e medo, em relação às outras vezes, nesta última vez que você fez? Sonoe responde: Essa última vez foi maravilhosa. Eu nunca imaginei que sentir o pênis de um homem dentro de mim era tão bom. Pra nós que somos mulheres, eu acho que é uma das sensações físicas mais gostosas que existe. Foi muito bom. Ernesto vai embora pensativo, sabendo que é um homem comprometido, não poderá ter os mesmos prazeres com sua amiga Sonoe. Sonoe, por sua vez, fica em casa feliz e aliviada por ter compartilhado sua experiência. Continua no próximo episódio.

Nota editorial: esta é uma obra de ficção adulta. Sonoe Shimoda, Ernesto Pisano e os demais personagens são fictícios, maiores de idade e representados visualmente como anime 3D produzido com inteligência artificial.

Continua no próximo episódio.

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