Anime 3D Contos Eróticos: Ivelina Doychinova e Danilo
Ivelina Doychinova, 24 anos. Depois de conhecer Danilo e ter uma aventura sexual com ele, a nossa personagem descobriu dentro dela que, em sua essência, existia uma mulher que adora sexo e homens rudes, de pau grande e grosso. Danilo virou, para ela, um símbolo de sexo. Ela não era apaixonada por Danilo como namorado ou marido, mas, para ela, Danilo era seu macho alfa, e ela se sentia a fêmea submissa dele. Mas o barraco de Danilo foi derrubado pela prefeitura. Danilo teve que se mudar. Seus dois amigos, Luiz e Carlos, também carrinheiros, avisaram Ivelina de que Danilo havia se mudado para uma cidade vizinha e dificilmente voltaria. Ela, sempre frequentando a praça que Danilo frequentava, acabou fazendo uma amizade um pouco mais íntima com Luiz e Carlos, os dois amigos de Danilo. Veja neste segundo episódio.

Após dias sem receber a visita de Danilo no portão de casa e após dias indo à praça atrás de Danilo, Ivelina Não aguenta mais de tanto tesão. Ela quer sexo, ela quer Danilo. Ela vai até a praça onde Danilo fica e pergunta a dois amigos dele sobre o paradeiro dele. Os amigos Luiz e Carlos, também carrinheiros. Luiz e Carlos dizem que o barraco de Danilo foi demolido pela prefeitura. Ele não teve onde ficar e teve que se mudar para a cidade vizinha. Ivelina fica inconformada, faz um rosto triste. Os dois homens percebem e perguntam pra ela: Mas você era parente dele? Ela diz: Não, era só um amigo. Ela vira de costas e vai embora. Os homens percebem que a roupa que ela estava vestindo é muito sensual, que ela não iria atrás de Danilo apenas por amizade. Ela estava em busca de um algo mais. — IMAGEM 01

Ivelina volta para sua casa decepcionada, pensando: e agora? Pra quem eu vou dar? Ela manda mensagem para ele por celular. O celular dele está fora de área. Ela pensa: perdi o meu macho. Levei tantos anos para realizar meu sonho em usar roupas sensuais e sexy na rua e ter um macho para me comer. Agora perdi. O que eu vou fazer? Só me resta se masturbar compulsivamente. Ivelina Está tão excitada que sua buceta ficou inchada e aparece nitidamente no shorts. Ela não percebeu muito, mas os dois amigos de Danilo perceberam quando conversaram com ela. Mas quando a garota está se movimentando para entrar em casa, de repente aparece uma surpresa. — IMAGEM 02

Luiz, de camisa preta e Carlos, de camisa azul, também carreiros, seguem Ivelina até sua casa, à distância. Na verdade, eles já sabiam onde ela morava, pois eles eram amigos de Danilo e também recolhiam por ali sucatas e faziam pequenos carretos com seus carrinhos de mão. Os dois encontram Ivelina em frente do portão de sua casa e a chamam para conversar. Eles falam que apesar do barraco de Danilo ter sido derrubado, pode ser que ele esteja por lá. Lógico, isso é uma mentira, é um jogo. Eles querem levá-la até o barraco deles para ver se conseguem alguma intimidade com ela. Eles conversam com ela de maneira simpática, passam confiança. Ela, num ponto de excitação muito grande, com o seios com os bicos duros e a buceta nitidamente inchada no shorts, ela se sente desejada com os dois homens ali do lado, dois homens do jeito que ela gosta, dois homens de meia idade, rude. Ela encosta no muro e ouve a conversa dos dois. Eles dizem: se você quiser, a gente pode levar você até onde era o barraco deles. A gente mora lá perto, quem sabe ele não está por lá? Ela, iludida em encontrar Danilo ou fazer novas amizades, ela sente medo de acompanhá-los, mas acaba aceitando o convite e combina com eles para no dia seguinte irem até a praça para conversar melhor. — IMAGEM 03

Ivelina Vai à praça no dia seguinte no horário marcado. No dia anterior ela percebeu, quando entrou na sua casa e foi tomar banho, que sua boceta estava muito inchada e dava para perceber pelo short. Para o dia seguinte ela resolveu colocar uma minissaia. Mas, que se por um lado disfarça o tamanho da boceta dela quando está excitada, por outro lado a deixa vulnerável caso haja uma investida dos dois homens mais íntima em relação a ela. Eles conversam de maneira simpática. Os dois homens dizem: Vamos com a gente até lá? Você não vai se arrepender. Ela diz: Tudo bem. Vamos até lá e quem sabe a gente encontra o Danilo. Eles falam: Caminhe até a esquina da sua casa e nos espere lá. Nós vamos guardar os carrinhos e de lá nós vamos juntos. Ela concorda. — IMAGEM 04

Ivelina Caminha para a esquina da sua casa para esperar os seus dois novos amigos, Luiz e Carlos. Eles foram guardar os carrinhos. Ela está com a minissaia tão curta que quando ela anda aparece a poupinha da bunda. Danilo, melhor dizendo, Luiz e Carlos, amigos de Danilo, percebem o tamanho da minissaia e sabem que ela está atrás de homem. Sabem que ela é uma garota de família, pois a conhecem, conhecem seus pais. Eles conhecem sua avó, conhecem seu ciclo de amigos e sabem que ela sempre está na igreja. Mas eles já haviam percebido, de uma certa forma, a amizade dela com Danilo Carreinheiro e já desconfiavam que Danilo estava comendo ela. Agora eles também querem comê-la e vão tentar, de uma maneira sutil, a aprovação dela. Ela caminha até a esquina e aguarda os dois. — IMAGEM 05

ao se encontrarem, os três, o trio de amigos, a garota e os dois amigos de Danilo, caminham em uma trilha de terra de chão batido, em meio a uma mata, a caminho do bairro ou do vilarejo que eles moram, da comunidade. Ivelina Já conhecia aquele caminho, pois ela já havia ido lá algumas vezes fazer sexo com Danilo. Era um caminho que só dela fazer ela já ficava excitada. Os dois homens, Luiz e Carlos, vão conversando com ela sobre assuntos do dia a dia. Ela vai ficando mais solta, mais calma. No caminho, eles dizem: Ah, Danilo é um bobo. Ter uma amiga como você, bonita e cheirosa, e ir embora assim? Que desperdício. Ela sorri. De repente, Luiz, o homem de camisa preta, põe a mão na cintura dela. Ela olha para ele e acha estranho. Ele diz: É só pra te acompanhar. Ela tira a mão dele. Ele pede desculpas e fala pra ela: Você não gostou? Ela: Não, eu só me assustei um pouco. E ele insiste: Então deixa eu pôr a mão na sua cintura, só pra te acompanhar? Ela sorri, ele coloca a mão e ela deixa. Ele segura na cintura dela, já é um passo. O outro homem pega na mão dela. Ela sorri e fala: Ué, todo mundo vai me acompanhar agora de perto? Eles dizem: Sim, você é uma bela moça. Danilo devia ter cuidado melhor de você. Ela se sente protegida, se sente feliz com os dois novos amigos e continua caminhando. Ao chegar em frente do barraco, ela reluta um pouco. — IMAGEM 06

Ivelina confirma o que os homens disseram. Realmente é verdade, o barraco de Danilo foi derrubado. Ela conversou com algumas pessoas perto e confirmaram que Danilo foi embora para outra cidade. Ela fica parada conversando com os dois amigos novos em frente do barraco deles, Luiz e Carlos. Eles falam: moramos aqui, somos pessoas do bem, como Danilo. Fique tranquila, você pode ser nossa amiga também e vir aqui quando quiser. A garota agradece e eles convidam ela para entrar. Ela já imagina: se entrar, eles vão tentar intimidades com ela. A questão na cabeça dela é: não é eles tentarem intimidades. É eles respeitarem o limite que ela vai impor. Ela vai talvez deixar alisar, mas talvez não deixe penetrar. Essa é a questão na cabeça dela. Mas Carlos, de camisa azul, diz para ela: vamos entrar, tomar um café, conversar com os amigos. Ninguém vai fazer nada com você que você não queira. Pode ficar tranquila, somos pessoas do bem. Além de tudo, trabalhamos todos os dias perto da sua casa. Ela dá um voto de confiança, aceita e entra no barraco. — IMAGEM 07

Ivelina Ao entrar no barraco com os dois homens, imediatamente eles puxam três bancos de madeira simples, sentam. Enquanto Luiz conversa com Ivelina, Carlos prepara um café. Enquanto o café está esquentando, os três conversam. Falam que não entende por que Danilo foi embora, podia ficar no barraco deles e reconstruir outro. Ela também fica confusa com a ida de Danilo. Os três conversam de maneira descontraída. O café fica pronto, eles tomam um pouco de café. A conversa continua até que Luiz, de camisa preta, que pegou na cintura dela, conversando com ela de maneira natural, pôs a mão na perna dela. Ela achou estranho e pôs a perna de lado. Ele tirou a mão. A conversa continua. Eles começam a elogiá-la, falam: Danilo é um bobo, foi seu amigo. Carlos, o de camisa azul, diz: Você é tão linda, eu nunca deixaria de ser seu amigo, e também põe a mão na perna dela. Nesse momento, ela já está muito excitada, com a vagina inchada, os bicos dos peitos duros. Ela já não consegue mais disfarçar, dá pra ver pelos seios. Carlos põe a mão na perna e alisa. Ela põe mão em cima da mão dele, como se fosse tirar, mas acaba não tirando. Luiz, o de camisa preta, percebe que Carlos consegue alisar a perna dela e a começa a alisar a barriga dela, conversando com ela. Ela se faz de desentendida enquanto eles alisam barriga e perna. Luiz, o rapaz de camisa preta, percebe que conforme eles estão alisando ela e o tempo está passando, ela começa a ficar ofegante. Ele pensa: ela tá muito excitada, eu vou tentar ser mais ousado. Luiz sobe a mão e pega nos seios dela por cima da blusa. Ela sorri e tira a mão dele. Ele pede desculpas. Ela não fala nada. Olha para Carlos e fala: vocês são um pouco ousadinhos. Carlos fala: não é que somos ousados, é que você é muito bonita, desculpa, se a gente tá sendo ousado. Ela: tudo bem, eu entendo, desde que não passem dos meus limites. E eles perguntam: qual seu limite? Ela: é melhor cada um descobrir. Quando ela diz isso, Carlos, de camisa azul, também põe a mão nos seios dela por cima da blusa. Dessa vez ela não põe a mão e não tira. Luiz, vendo, põe a mão no outro seio dela por cima da blusa. E eles começam a alisá-la, até que Carlos tira a mão dos seios, põe a mão no meio das pernas dela e vai até a calcinha. Ele alisa a buceta dela por cima da calcinha. Ela fecha as pernas e sorri. Luiz puxa ela pelo braço e levanta e fala: você está tensa, se acalma, a gente não vai fazer nada demais com você. Fique tranquila. Ela fala: não, eu estou tranquila. Carlos diz: se quiser ir embora pode ir, mas a gente não quer abusar de você. A garota diz: não, está tudo bem, eu confio em vocês. — IMAGEM 08
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Ivelina Já de pé com os dois amigos, imediatamente o Luiz a abraça por trás. Ela não repudia ele, ela permite. Ela sente ele de pau duro. Ele abraça ela pela cintura, enquanto Carlos põe a mão por baixo da sua minissaia. sente sua calcinha minúscula, levanta sua minissaia, ela permite. Ele vê que é uma calcinha branca de rendinha minúscula, transparente. Ele fala: Nossa, você tem uma calcinha linda, uma chachada linda. Ele enfia a mão dentro da calcinha e o dedo na buceta. Enquanto isso, Luiz enfia a mão por dentro da calcinha dela por trás, no cu dela. Os dois começam a masturbar ela, um com o dedo no cu, outro com o dedo na buceta. Carlos, enquanto masturba sua buceta, puxa sua blusa de lado e começa a chupar seus seios. Ela fica perdida, ela vira passageira. Ela está de pernas moles, muito excitada. Os dois aproveitam o máximo que podem. Colocam o pau pra fora. Ela segura o pau dos dois. Vê que um deles, Luiz, é tão dotado quanto era Danilo. E Carlos também não tem um pau pequeno. É menor do que o de Luiz, mas é grosso também. Ela se vê no paraíso. Sabe que naquele local ninguém vai descobrir o que ela está fazendo e ela começa a se realizar. — IMAGEM 09

Carlos, socou tanto dedo na boceta de Ivelina Que a garota não aguentou, pulou no pescoço dele e deu um beijo de língua. Luiz ficou pasmo. Aproveitou o embalo, tirou o pau pra fora, levantou a minissaia dela e tentou meter no cu. Ela tirou a bunda e disse: sem camisinha e sem gel nada feito. Eles estavam sem camisinha e sem gel. Ela falou: mas se quiser brincar podemos brincar. Ele pega o pau, põe no meio da bunda dela e começa a encoxar ela. Enquanto Carlos a beija, põe o pau no meio das pernas dela, fica esfregando por cima da calcinha e Luiz encoxando ela de pau pra fora, por cima da calcinha no meio da bunda dela. Ela está super excitada, já está de seios de fora, eles a beijam, a chupam, ela se entrega, mas sem deixar penetrar. — IMAGEM 10

Com a limitação de estarem sem camisinha e sem gel à base de água, Luiz e Carlos fazem uma proposta para Ivelina. Eles dizem: enquanto ela está sentada no colo deles, toda suada e descansando, eles dizem: Senta no banquinho, levanta a saia e tira a calcinha. Um fica de frente pra você e você fica chupando o pau, e o outro fica enfiando um dedo na sua buceta e outro dedo no seu cu. Depois a gente troca. O que você acha? Ela dá uma risada sem graça e, de uma maneira meio tímida, ela fala: Tudo bem, a gente pode tentar. Ela tira a calcinha. Eles veem a buceta dela pela primeira vez, passam o dedo, enfiam o dedo, lambem e levam ela pro banquinho. — IMAGEM 11

Já sentada no banquinho, Ivelina senta de pernas abertas, sem calcinha. O primeiro a ficar de frente pra ela é Luiz, de camisa preta. Ele senta também, conversa com ela, olha o tamanho da boceta dela, fica pasmo, levanta, põe um pau na boca dela e ela começa a chupar. Carlos, de camisa azul, vem por trás, enfia um dedo no cu e outro na boceta, enquanto ela chupa. Ela delira de tesão. Depois Carlos enfia dois dedos no cu dela e dois na boceta. Ela geme, chupando o pau de Luiz. Posteriormente os dois trocam para revezar. Mas, nessa troca, Carlos tira o nó da blusa dela e deixa ela de seios de fora. — IMAGEM 12

Carlos, antes de iniciar o pau na boca dela, ele mama os seus peitos, passa a mão na buceta. Quando ele põe o pau na boca dela e ela começa a chupar, Luiz vem por trás, enfia os dois dedos no cu e dois dedos na buceta, enquanto ela chupa o pau de Carlos. Ela se sente realizada. Os dois veem que ela gosta de sexo, que é uma menina levada. Carlos, enquanto ela chupa o pau, se empolga, puxa de leve o cabelo dela e fala: Chupa meu cacete, sua puta. Ela não reclama por ele xingar. Ele tira o pau da boca dela e fala: Posso te xingar um pouco? Ela diz: Um pouco pode. Ele põe de novo o pau na boca dela e fala: Chupa vagabunda, chupa que eu sei que você gosta. E ela chupa. Ele, quando está perto de gozar, ele chama Luiz para que os dois gozem na boca dela e no rosto dela. Os dois combinam, não perguntam se ela quer. Ela também não diz não, fica quieta. Os dois ficam na frente dela e começam a gozar no rosto dela. — IMAGEM 13

Ivelina está com o rosto, seios, pescoço e blusa toda gozada. Tem esperma dentro da boca, fora da boca, no cabelo. Eles perguntam: Você tem nojo de esperma? Ela sorri e fala: Não. Eu gosto do cheiro e gosto do gosto. Isso deixa os homens mais excitados. Os dois adoram ouvir isso. E falam: Nós vamos limpar você para podermos ir embora. Ela: Tudo bem. Eles pegam alguns papéis, panos, ela limpa o suor, limpa o esperma, eles se limpam, se higienizam e marcam para se encontrar de novo. Ela aceita. Eles trocam números de celular para conversar por aplicativo, para marcar uma nova data. Enquanto isso, ela levanta para ir embora com os três e negociar já o próximo encontro. — IMAGEM 14

Ivelina Na hora de ir embora, caminha no meio dos dois amigos, Luiz e Carlos. Vão conversando. Ela pede para caminhar mais devagar, pois ela tomou tanta dedada no cu e na buceta que está dolorida. Eles entendem. Caminham devagar com ela e vão conversando. Luiz pergunta: Bom, quando marcarmos da próxima vez, nós vamos estar com camisinha e gel à base de água. Você vai deixar a gente te penetrar? Ela sorri e fala: Acredito que sim, né? Depois de tudo que eu ouvi hoje. O que você acha? Luís responde: Eu acho que você vai deixar. Carlos entra na conversa e fala: Vamos deixar as coisas acontecerem? Vamos conversar por aplicativo no celular? marcar um novo encontro, trazer as camisinhas, ganhar a confiança da nossa amiga e as coisas vão acontecendo. Ivelina responde: É verdade, também concordo. No caminho, pela trilha, que é um pouco longo até a cidade, eles aproveitam mais um pouco. Dá uma passadinha de mão na buceta, na bunda, ela permite. Passa uma mão nos seios, ela gosta. Ao chegar próximo à cidade, eles se separam. Ela pede para ir sozinha para uma determinada rua, para que as pessoas não vejam ela com homens, pois ela é da igreja, de família conservadora. Eles concordam e ela segue seu caminho até sua casa. Mas ao chegar à sua casa, ela começa a pensar. — IMAGEM 15
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Ivelina Já deitada em sua cama, ela começa a imaginar. Hoje eu fiz tudo o que eu gosto com homens. Eles eram homens rústicos, de meia idade, cheiravam suor, tinham um pau com cheiro de quem não lavava o pau há uns dois dias. Eu adoro homens assim, me realizei. Pena que não fui penetrada, sem preservativo não tem jeito. Mas curti muito, eles gozaram em mim, não me respeitaram. Eles me usaram do jeito que eu gosto de ser usada. Fazia dias que eu queria alguma coisa assim e não conseguia. sem Danilo fica difícil. Mas estou preocupada. E se Danilo voltar? O que eu vou fazer? Danilo vai querer me comer. Eu não vou resistir. E os dois novos amigos vão querer também? Como vai ser? Veja no próximo episódio. — IMAGEM 16