Modelo Ayaka Naruse, 22 anos
Ayaka Naruse e o homem da casa de pedraAyaka Naruse, de 22 anos, pratica bicicross profissional. Todos os sábados pela manhã, ela passa na casa do namorado. Ele faz os ajustes na bicicleta dela e ela sai para praticar o esporte. Seu namorado não curte muito o esporte. Ela segue sempre sozinha pelas trilhas de sua cidade, no meio do parque ecológico. Dessa vez, ela encontrou uma casa abandonada de pedra, do século XIV ou do século XV. Ela resolve entrar e explorar. Lá, ela encontra um homem rústico, de meia-idade. Ela se assusta, mas o homem é simpático. Ambos conversam e acabam tendo algo muito mais do que uma amizade. A nossa personagem realiza situações que nunca conseguiu fazer com o namorado.
Ayaka Naruse, de 22 anos E seu namorado também de 22 anos tem um hobby. Ele é apaixonado em consertar bicicletas e adaptar bicicletas para competição. Ela é apaixonada em praticar bicicross. Mas ele, o namorado, não gosta de praticar bicicross. O negócio dele é apenas customizar as bicicletas. Então ela pratica o esporte sozinha. Ela tem um hábito de patrulha da cidade. Ela monta na sua bicicleta e parte todo sábado para uma aventura. Só que nessa aventura ela vai ter coisas diferentes, que vão agradá-la muito, mas que seu namorado nunca saberá
Ayaka Monta na sua bicicleta, desce a avenida da sua rua em alta velocidade. Ela usa uma roupa muito sexy e sensual: um shorts leggings, suplex, fiado na bunda e desenhando muito bem a silhueta da buceta; uma mini blusa colada no corpo, mostrando o bico do seio sem sutiã. Ela gosta de ser exibicionista. Seu namorado já reclamou com ela algumas vezes, mas ele permite, não aceita muito, mas permite. É natural dela, desde mais nova, ser exibicionista. Ela perdeu a virgindade com ele por volta dos 18 anos. Hoje, aos 22 anos, ela sente vontade de provar outros homens, de mostrar seu corpo na rua para outros homens. Seu namorado não entendeu muito bem o porquê dela usar as roupas curtas, mas a intenção é essa. Ela gosta de se mostrar para outros homens. Ela tem um lado exibicionista..
Ayaka Já na trilha de bicicleta, uma trilha de terra vermelha, muito mato, sozinha, com o vento fresco, ela começa a pedalar o máximo possível em busca de aventura. Mas na sua mente, ao mesmo tempo, ela pensa muito em sexo. Quando ela não está com seu namorado, está em casa sozinha, ela se masturba muito. Nos pensamentos dela, seu namorado não dá conta dela na cama, apesar dela ser apaixonada por ele e sonhar em casar um dia com ele. Mas ela gosta muito de sexo e quer mais. Pedalando pela trilha, ela fica imaginando coisas eróticas, como fazer sexo no mato, homens bem dotados e coisas desse estilo.
No meio do caminho a trilha se estreita e Ayaka Vê uma trilha menor, reta e no fundo o que parece ser uma casa de pedra antiga. Ela resolve explorar. Ela vai com sua bicicleta até a casa de pedra. Chegando lá, ela deixa a bicicleta do lado de fora. É um lugar deserto, um parque ecológico fechado. Normalmente não existem relatos de acidentes lá. Ela fica tranquila, põe sua bicicleta do lado de fora, entra na casa, com seu short totalmente enfiado na bunda, muito sexy, muito sensual e começa a caminhar pela casa. O vento fresco da casa, a roupa enfiada na vagina e na bunda, aliado ao vento fresco nos bicos dos seios deixam ela excitada. Ela começa a imaginar: poxa, se tivesse um homem aqui de confiança pra me comer, meu namorado nunca saber, seria maravilhoso. Ela caminha para dentro da casa, com seus pensamentos eróticos.
Ayaka E a Ká, cada vez que caminha para dentro da casa, fica mais deslumbrada com a beleza da arquitetura. Mas de repente ela se defronta com um homem de meia idade, rústico, de barba. Ela se assusta. O homem diz: Calma, garota, não se assuste. Eu moro aqui. Eu sou uma pessoa do bem. Ela diz: Ah, o senhor me desculpe. Eu não sabia que a casa tinha morador. Robson, o morador da casa, diz a ela: fique tranquila, a casa não é minha. Essa casa é do século XIV, século XV, que foi abandonada aqui há centenas de anos e nunca ninguém entrou aqui. Eu tive um problema muito sério na minha vida pessoal, me refugiei aqui, depois voltei a morar na cidade, não me acostumei de novo com a cidade, resolvi voltar a morar aqui e é aqui que eu vivo. Aqui eu tenho paz. Raramente aparece alguém. Uma vez a cada dois ou três meses aparece um explorador, um ciclista igual você. Seja bem-vinda, fique à vontade. Ayaka fica mais tranquila, mais relaxada. Elogia a casa. Enquanto isso, disfarçadamente, Robson observa seu corpo e suas roupas. Ele vê que ela é uma garota que gosta de roupas muito curtas e isso é um bom sinal para um homem.
Robson convida a garota para tomar um suco, sentarem em sua mesa de pedra, em sua cadeira de pedra rústica, conhecendo um pouco mais a casa. Ela, com um dom de exploradora e tendo a sensação de liberdade e de sensorialidade de estar sozinha no meio do nada, com um homem de meia idade, com roupas curtas, deixa ela atraída com aquele momento. Ela senta, toma um suco e conversa com Robson. Robson pergunta da vida dela. Ela diz que tem um namorado, que faz faculdade e ela pergunta sobre Robson. Robson diz que teve uma doença muito grave, foi desenganado pelos médicos, por isso se refugiou aqui, mas milagrosamente ele se curou, voltou para a cidade, não se adaptou e voltou a morar na casa de pedra, onde está até hoje. Ele fala que aqui eu tenho paz, aqui eu tenho sossego. Eu vou na cidade apenas uma vez por ano visitar familiares. Ela fica espantada com o estilo de vida dele e ao mesmo tempo admirada. Ele conversa com ela e observa suas partes, seu decote, seus seios, suas coxas, seus shorts. Ela começa a reparar que ele olha para as partes íntimas dela. Ela começa a ficar com a calcinha molhada e começa a sentir uma mistura de tesão, insegurança e medo, pois ela está sozinha com um estranho no meio do nada.
Robson Convida Ayaka para conhecer a parte superior da casa, que é tão rústica e tem uma vista bela da natureza. A garota aceita imediatamente. Ele, um homem vivido, esperto, dá um jeito sem ela perceber para ela subir na frente da escada. Enquanto ela sobe a escada, ele observa os shorts bem enfiado na bunda e a marca da calcinha bem enfiada. Ele vê também, entre as pernas por trás, que o shorts também está enfiado na buceta. Ele pensa: essa garota é fogosa, ela gosta de sexo. Eu só preciso ganhar a confiança dela para ela me dar autorização para que eu possa tocá-la. Os dois sobem a escadaria rumo ao segundo andar. Neste momento, Robson já está de pau duro e a nossa personagem já está com a sua calcinha molhada.
Robson e Ayaka Já no andar superior da casa de pedra, conversam de maneira descontraída. À beira da janela, contemplando a natureza de cima, ela fica deslumbrada com a beleza. Ele volta a perguntar sobre a vida dela, sobre as intimidades, sobre o namoro. E ele fala para ela: Posso fazer uma pergunta um pouco mais íntima? Você não precisa responder. Ela diz: Tudo bem. Ele pergunta: Seu namorado não fica com ciúmes de você usar roupas assim tão lindas, tão sensuais, que não deixam você vulgar, mas deixam você muito bela. Ayaka Sorri. Pois ela, como garota, já esperava essa pergunta. E ela responde: Na verdade, nem meus pais nem meu namorado gostam muito do que eu uso, esse estilo de roupa. Mas também não me proíbem. Eu uso porque gosto, me sinto mais bonita. Só isso. Robson, muito esperto, diz: E também porque eu acredito que você se sinta mais desejada na rua quando os homens olham. Ela dá um sorriso sem graça e diz: É, mais ou menos isso. Ele volta a elogiá-la, fala: Você tem um corpo muito bonito, muito sensual, com todo respeito. Ela agradece. Aparentemente criou um clima. Os dois criam confiança mútua um no outro. Após ele falar que teve famílias, já teve filho, já teve esposa e teve uma vida social normal, ela ganhou a confiança dele e ele ganhou a confiança dela. Os dois conversam na janela por alguns minutos. O clima esquenta, mas ambos se comportam. Ele aguarda um sinal dela, uma permissão. Ela não sabe direito o que fazer. Mas, de repente… AyakaPergunta para Robson: onde tem um banheiro? Ah, eu quero fazer um xixi, estou muito apertada. Ele fala: é logo ali, mostra o local e ela vai até o banheiro.
Ayaka vai até o local do banheiro. Apesar de ser uma casa muito antiga, Robinson fez algumas adaptações no banheiro, colocou um vaso sanitário, uma rede de esgoto, uma pia, um chuveiro. Ela pode sentar no vaso e fazer seu xixi à vontade. Só que ela não contava com um detalhe. Enquanto ela fazia xixi, ela fechou a porta e pelo canto da porta ela viu uma sombra, um vulto. Ela não sabe identificar o que foi. Ela acredita que Robinson espionou ela baixar o short, baixar a caldinha e fazer xixi. Ela fica um pouco assustada, mas como ela tem um lado exibicionista, isso deixa ela com medo e ao mesmo tempo excitada.
Ayaka Está sentada fazendo xixi. Robson tem uma estratégia. Em um canto do banheiro ele deixou pronto um lugar para poder vigiar garotas quando passam por lá. E essa visitante é a melhor de todas, a mais especial, a mais bonita e sensual. Ele fica espiando sem ela perceber. Ele consegue ver ela baixar o short. Ele consegue ver a calcinha de renda dela transparente. Ele consegue ver ela baixar a calcinha. Ele vê a buceta dela raspada. Vê que ela tem uma buceta inchada, grande. E percebe também que a calcinha está molhada. Ele só não sabe se é de tesão ou outra coisa. Mas vê que a calcinha está molhada. Ela abaixa, senta e começa a fazer xixi. Ele observa. Enquanto ela faz xixi, ela levanta um pouco a blusa para coçar os seios. Ele percebe seus bicos duros, vê um dos seus seios. Enquanto tudo isso acontece, ele se masturba olhando, discretamente. Ela termina de fazer xixi, põe a blusa, levanta a calcinha, se limpa, põe os shorts. Ele continua olhando, um pouco mais de longe. E ele percebe que ela levanta os shorts e faz questão de deixar enfiado na buceta para aparecer a silhueta da buceta. E ela puxa o short atrás para cima, fazendo questão que apareça a popa da bunda. Isso, para Robson, é mais um sinal que ela é uma garota que gosta de sexo.
Após Ayaka Sair do banheiro, Ele e Robson voltam a conversar, um papo amistoso. Porém, ela encosta na parede. Ela está meio desconfiada que ele ficou observando ela no banheiro. Ele gostou do que viu. Começa a conversar com ela mais de perto. Ela acha aquilo estranho. Em meio à conversa, ele fala: Posso te fazer uma pergunta íntima?. Ela diz: Tudo bem. Você ainda é virgem?. Ela responde: Não, eu perdi minha virgindade, acredito, aos 18 anos com esse namorado que eu tenho atualmente. Ele fala: Ah, então você só teve um namorado até hoje?. Ela: Sim. Você nunca provou outros rapazes, outros homens?. Ela: Nunca. Ele: Que interessante, é difícil isso em uma garota. Meus parabéns. Ela sorri e agradece. Ele diz: Você não tem vontade de provar outros homens?. Ela fala: Ah, eu sou fiel ao meu namorado, eu acho que isso seria errado. Robson, um homem muito vivido, pergunta pra ela: Mas, deixando de lado o que é certo e errado, dentro de você, você nunca teve desejo de provar outros homens?. Ela responde: Ah, sim, eu acho que toda garota tem. E ele pergunta: Você tem alguma preferência pra tamanho de pênis?. Ela sorri, fica com vergonha e fala: Ah, é uma resposta difícil de dar. Eu fico meio constrangida. Robson diz: Não, aqui só temos nós dois, pode confiar. Eu jamais farei alguma coisa sem seu consentimento. Ela responde: Eu não tenho muito parâmetro, pois só tive meu namorado. Mas eu acho que a minha preferência é a mesma, da maioria das garotas, um homem com pênis dotado. Robson diz: talvez grande e grosso, algo em torno de 20 centímetros ou um pouco mais. Quando ele diz isso ela regala o olho, imagina um pênis desse tamanho e dessa grossura e fala: é, talvez algo assim. Robson, aproveitando que está sozinho com ela, sozinho com ela na casa de pedra, fala pra ela: eu vou te mostrar uma coisa que eu mostrei pra poucas pessoas, mas não se assuste. Caso você não queira, é só fechar o olho. Eu vou guardar e te respeitar. Ayaka Neste momento sente um frio na barriga. Ela imagina o que vai acontecer.
Robinson fica de frente pra ela. coloca o pau duro pra fora. baixa um pouco as calças, mostra o pau e o saco. Quando Ayaka Baixa a cabeça e vê. Ela fica de olhos arregalados e boca aberta. Ela nunca viu um pênis tão grande, tão duro e tão grosso. Ela fica deslumbrada. Robson pergunta: Então, gostou? Naquele momento, a cabeça da garota, que tinha uma mistura de tesão, receio e medo, é tomada por um erotismo, por uma verdadeira vontade de ser tomada e possuída por Robson. Ele pega a mão dela. Ele percebe que ela não pediu para ele guardar o pau. Ele fica de pau pra fora, de pau duro, com o saco à mostra. Ela continua olhando. Ele pergunta: Você achou bonito? Ela fala: Ah, é muito bonito. Eu não esperava que fosse tão grande e não esperava que você fosse me mostrar. Ele pergunta: É maior do que do seu namorado? Ela responde: Nem se compara, muito maior, muito mais grosso. Ele pega a mão dela, percebe que ela ficou receptiva, coloca no pau dele. Ela começa a acariciar vagarosamente. Ele pega a mão dele e coloca na buceta dela, por cima dos shorts. Ela não tira a mão. Ele entende que ela ficou receptiva para intimidades e começa a alisar a buceta dela. Ela começa a fazer carícias mais rápidas no pênis dele. Ela começa a bater uma punheta pra ele. Ele enfia o dedo na buceta dela por cima dos shorts. Ela fica ofegante. Robson enfia a mão dentro dos shorts dela, enfia a mão na buceta, enfia o dedo na buceta. Ela fica mais ofegante, aperta mais o pau dele. Depois ele pega a outra mão, enfia atrás dos shorts dela, enfia o dedo no cu dela. Depois dois dedos no cu dela. Ela fica com um dedo dele na buceta e dois no cu. Ela está ofegante e já está gemendo. Ela começa a masturbar ele, apertar o pênis dele cada vez mais forte. Ele, como um homem experiente, puxa ela pelo braço e fala: Vem aqui comigo, vamos fazer uma coisa melhor. Ela aceita.
Robinson faz Ayaka Sentar em um banco de pedra. de frente pra ele. Ele fica em pé Ela começa a chupar o pau dele, sem parar. Ele fica surpreso porque ela está chupando um pau tão grande e grosso que mal cabe na boca dela. Mas ela está à vontade, relaxada, com certeza, com personalidade naquilo que está fazendo. Ela passa a língua, ela chupa, apanha a boca. De repente ele puxa o cabelo dela, põe o saco dele na boca dela. Ela chupa também. Ele esfrega o pau no rosto e na boca dela. Ela permite e volta a chupar. Sem avisar, ele dispara um jato de gozo, enche a boca dela de esperma. Sem ele falar nada, ela engole uma boa parte.
Enquanto Ayaka Está sentada no banco, descansando, com o rosto e a roupa ainda suja de esperma. Robson diz: Garota, você tava com vontade mesmo de pegar um homem de verdade. Eu tô com o pau dolorido de tanto você chupar e morder. A garota com cara cansada, mas feliz pelo que fez, olha para Robson, dá um sorriso pequeno, mexe no cabelo e Robson a puxa pelo braço e a leva para a janela.
Ayaka Ainda de blusa e shorts, fica debruçada na janela. Ele de pau pra fora, abraçando por trás. Ele põe o pau por cima dos shorts, empurra no cu dela. Ela sente o pau dele grande e grosso entrar no cozinho, junto com os shorts. Robson, um homem vivido e maduro, fez um teste pra ver se ela aguenta. E viu que ela aguenta. Ele levanta a blusa dela, aperta os seios, beija o pescoço. Ela é receptiva e ele percebe que ela é boazinha e, mais do que isso, ela tem uma espécie de submissão. Ela não reclama de nada e deixa ele fazer tudo. Ele baixa os shorts dela e soca a rola no cu dela.
Robson, apesar de morar no meio do nada, em uma casa de pedra, não é bobo nem nada. Ele tem preservativo e gel à base de água. Ele coloca a camisinha, passa gel e começa a penetrar o cu dela. Ela geme. Ele pergunta: Tá gostando? Ela fala: É dolorido, mas estou gostando. Ele fala: Você nunca fez anal? Ela diz: Não, hoje é a primeira vez. Então ele a penetra devagar, até a metade, tira, coloca, tira, umas três ou quatro vezes, até ficar mais alaciado. Na quarta ou na quinta vez, ele põe tudo. Ela dá um grito. Ela geme e ele fala: Doeu? Quer que eu tire? Ela fala: Não, não para, continua. E ele mete no cozinho dela por um bom tempo. Antes de gozar, ele para. troca a camisinha e soca na buceta dela. Ele fica fazendo esse revezamento por um bom tempo, até puxar ela, levar para um colchão, colocá-la de quatro e continuar comendo ela de quatro. Eles passam uma tarde toda fazendo sexo, sem roupa. Ela se realiza, pela primeira vez ela teve um homem de verdade. Ela está toda dolorida: o cu, a xoxota, até a boca, de tanto beijar e chupar. Mas ela está feliz, pois Robson, apesar de ser um homem rude e meter nela em todos os buracos, sem pedir autorização, para ela foi um sonho realizado. Ela alcançou o orgasmo várias vezes.
Ayaka monta na sua bike cross, pega a trilha de volta pra casa. mesmo com as pernas doloridas de tanto ficar agachada fazendo sexo ou ficar de quatro, ela pedala forte de volta pra casa, suada por ter feito muito sexo e por pedalar também. ela cheira esperma, ela cheira suor, mas até pedalar até sua casa esse cheiro some. o cheiro de suor que ficar, quem cheirar vai saber que é da pedalada. ela vai embora feliz, realizada sexualmente e pensando em retornar para ser ou passar mais um dia de submissão sexual com o homem rústico, o Robson. mas ao chegar na sua casa, ela tem uma surpresa.
seu namorado à espera na garagem. Ela não chega atrasada. Ela chega dentro do seu horário normal quando retorna do bicicross, volta das 17h, 17h30, antes de escurecer. Mas Ayaka e fica pensativa. Pois ela ainda cheira esperma e suor. Quando ela se aproxima do namorado, ele diz: Que legal, você está toda suada. Significa que você pedalou muito, fez muita trilha. Ela sorri e entende que seu namorado, no que se diz respeito a desconfiar dela transando com outros homens, ele é um pateta. Ela fica feliz, sorri, ela está toda suada e ainda com manchas de esperma, cheiro de esperma e o namorado nem desconfia. Ayaka Entende que seu namorado não é muito ligado nas coisas e já se prepara, preparem sua mente, uma nova aventura, ou com o mesmo homem da casa de pedra ou com um outro homem. Continua Parte 2
Nos relatos eróticos com fotos de Ayaka Naruse, a casa de pedra representa mais do que um cenário: é o lugar onde a modelo anime 3D, de 22 anos, começa a conhecer o homem por trás de uma aparência reservada. Entre paredes antigas e uma conversa que avança sem pressa, a visita ganha um significado que ela não havia previsto.
Do lado de fora, o vento movimenta as árvores. Dentro da casa, a luz da janela alcança a mesa onde os dois conversam. Ayaka pergunta sobre uma fotografia antiga, e o homem sorri antes de responder. A lembrança quebra sua formalidade. Pela primeira vez desde que chegou, ela sente que está ouvindo uma história que ele raramente conta.
Ela também decide falar de si. Conta sobre as mudanças que deseja fazer, os lugares que gostaria de conhecer e a dificuldade de explicar seus planos às pessoas próximas. Ele escuta sem interromper. Quando faz uma pergunta, Ayaka percebe que ele prestou atenção justamente no detalhe que os outros costumam ignorar.
O que começou como uma visita curiosa passa a revelar afinidades, diferenças e uma vontade mútua de prolongar aquela tarde. Ao lhe oferecer outra xícara de café, o homem pergunta se ela tem pressa. Ayaka olha para a janela, acompanha por um instante a sombra das folhas na parede e responde que pode ficar mais um pouco.
Nesse trecho da história de Ayaka Naruse e o homem da casa de pedra, a aproximação acontece por meio de pequenos gestos. A cadeira que ele puxa para ela, a pergunta que fica no ar e o sorriso depois de uma resposta inesperada dão continuidade à narrativa. A casa permanece a mesma, mas Ayaka já a observa de outra maneira: agora, cada canto parece guardar uma história que ela deseja conhecer.
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