Xaien 18+ · Temporada 1 · Episódio 2 · Parte 1
Sonoe Shimoda revela seus segredos a Ernesto
Em um reencontro cercado de hesitação e confiança, uma jovem universitária decide narrar a lembrança adulta que ainda mistura culpa, curiosidade e desejo.
Meu nome é Sonoe Shimoda. Tenho 22 anos, sou universitária e cresci entre regras que pareciam definir cada passo da minha vida. Meus pais se separaram quando eu era mais nova. Meu pai foi morar em outro bairro, e eu permaneci com minha mãe, dentro de uma criação rígida e muito ligada à igreja.
Minha rotina cabia em três lugares: escola, igreja e casa. Eu obedecia, evitava discussões e vestia apenas o que minha mãe considerava adequado. Ainda assim, observava outras jovens usando roupas curtas, leves, coloridas, e imaginava como seria ter aquela liberdade. Não era somente sobre tecido ou aparência. Era sobre decidir por mim mesma.
As curiosidades cresceram em silêncio. Algumas eram inocentes; outras me deixavam culpada antes mesmo de eu compreendê-las. Guardei tudo. Nunca tive coragem de contar a ninguém — até reencontrar Ernesto Pisano, um antigo amigo da família, mais maduro do que eu e presente na época em que meus pais ainda viviam juntos.
O reencontro na estação
No segundo episódio da primeira temporada, a nossa personagem principal, Sonoe Shimoda, de 22 anos, reencontra na estação de trem o seu amigo Ernesto Pizano. Alguns dias depois do último encontro na igreja. Ernesto, na imagem 1, Ernesto está ao lado da atriz principal, cumprimentando e conversando com ela.
— Ela aparenta estar muito tímida e ele diz: Não fique tímida, não fique assim. A última conversa que tivemos foi uma conversa de bons amigos, de um homem mais experiente como eu, uma garota como você, que está aprendendo a viver. Ela responde concordando: É, na verdade, você tem razão. Não há motivos para que eu fique tão tímida. E ele fala: Podemos retomar essa conversa um dia? Em algum bar, em algum lugar? Ela fala: Ah, seria melhor lá em casa. Hoje é sexta. Sábado minha mãe não estará em casa. Estarei sozinha. Você vai até lá e a gente conversa. Eu confio em você. Podemos ficar sozinhos, não há problema. Isso não está marcado? responde ele. Sábado estarei na sua casa.
Respirei devagar. Ele tinha razão sobre uma coisa: eu havia escolhido falar.
— É… não existe motivo para eu ficar tão tímida.
— Podemos retomar a conversa algum dia? Em um bar, talvez?
Olhei o movimento da plataforma antes de responder.
— Seria melhor na minha casa. Amanhã é sábado e minha mãe não estará. Eu confio em você. Podemos conversar sem problema.
Ernesto confirmou que iria. A decisão estava tomada, mas a ansiedade me acompanhou até em casa.
Uma visita cercada de confiança
Quando abri a porta, estava usando legging e uma mini blusa mais ousada do que as peças que costumava vestir. Eu havia escolhido tudo sozinha. Sonoi recebe seu amigo Ernesto na sala de sua casa. Ela fica um tanto quanto constrangida, mas ele conversa com ela e diz: Não, não precisa ficar constrangida. Você está tão bonita. Ela responde: Obrigada. Ele fala: Posso te fazer uma pergunta? Já que já somos amigos, não quero que você fique mais constrangida. Ela responde: Claro, tudo bem. Você talvez seja a única pessoa que eu confio. E ele pergunta: Você está vestida com uma roupa hoje tão elegante, tão sensual? Uma calça legging apertada, uma mini blusa com muitos decotes? Ela sorri e diz: Eu queria ficar mais bonita, porque mesmo sabendo que você é um homem comprometido e que nós somos apenas amigos, eu me senti muito bem nas duas últimas vezes que nos encontramos e você me olhou como mulher, me admirou como mulher, apesar de eu ter apenas 22 anos, e eu me senti muito bem com isso. O amigo agradeceu e disse: Você realmente está muito bonita. Ela falou: Vamos conversar na cozinha, sentados, tomando um café? Ele: Claro, não é melhor pra gente conversar? E ambos partiram para a cozinha. .
— Você está muito bonita — ele disse. — Posso fazer uma pergunta?
— Pode. Talvez você seja a única pessoa em quem confio para falar disso.
— Por que escolheu uma roupa tão elegante e sensual hoje?
Sorri, sem conseguir sustentar o olhar dele por muito tempo.
— Mesmo sabendo que você é comprometido e que somos apenas amigos, gostei da forma como me olhou nas últimas vezes. Você me enxergou como mulher. Isso me fez bem.
Ele agradeceu com um sorriso contido. Sugeri que fôssemos à cozinha, onde poderíamos tomar café e conversar com calma. Caminhamos até lá, e a conversa que eu adiara por tanto tempo finalmente começou.
A lembrança que ainda a confundia
Sentei-me diante de Ernesto, de pernas cruzadas. Já na cozinha, sentados, Ernesto não perde tempo. Sonoe senta de frente para ele na mesa, de pernas cruzadas, um pouco tensa, mas Ernesto pede para que ela continue a história do amigo que ficou na casa dela três semanas. E ela continua e diz: Então, foi realmente aquilo que eu te falei. Depois da primeira vez, quando eu estava sozinha em casa com ele, ele sempre me puxava pelo braço e me pedia para sentar no colo dele. Eu, depois da primeira vez, na segunda vez eu relutei. Eu sentia uma mistura de vontade, mas eu não queria, sentia medo. E ele insistia, até que ele sentado na cadeira da cozinha me puxou pelo braço e eu acabei sentando novamente no colo dele. Ernesto pergunta para ela: Mas você sentou e não quis se levantar, não tentou se levantar? Ela disse: Eu não vou mentir para você. Eu tive vontade de me levantar. Eu me sentia culpada, pecadora. Mas ao mesmo tempo eu não sei dizer se era em respeito a ele, medo dele, e também eu senti uma sensação de proteção com ele e eu acabei ficando sentada. E Ernesto pergunta: E nessa segunda vez, o que você sentiu fisicamente? Ah, o mesmo da segunda vez. Ele teve ereção, eu suspeito que ele estava de bermuda, mas sem cuecas, porque eu sentia o pênis dele bem no meio do meu bumbum, porque meu shorts era de tecido fino e muito curto. Então, foi como da primeira vez. Só que dessa vez ele apertou um pouco mais e eu senti mais. E Ernesto pergunta a ela: E os seus sentimentos, quais foram? Medo? Constrangimento? Você chegou a sentir algum tipo de excitação? E ela responde: Sim, eu tive, eu acho que todos os sentimentos naquele momento. .
— Depois da primeira vez, ele passou a me chamar para perto — comecei. — Sentado na cadeira da cozinha, segurava meu braço e pedia que eu me sentasse no colo dele. Eu tive medo, vontade de levantar, mas ele me abraçava pela cintura e quando eu dei por mim, minha calcinha ficou molhada e ali eu fiquei sentada. Mas ele era inteligente, ele ficava conversando comigo sobre outros assuntos, da minha escola, sobre meus amigos, sobre o tempo curto que ele ficaria na casa, de como ele gostava de mim, como eu era bonita. E eu era inocente e ficava ouvindo ele e deixava em segundo plano um planejamento para levantar dali e acabava ficando ali em média 10, 15 minutos. Em algum momento que você levantou depois, você percebeu se ele ejaculou, melou seu shorts? Não, nunca percebi.
Ernesto esperou alguns segundos antes de perguntar:
— Você tentou se levantar?
— Tive vontade. Sentia que estava fazendo algo errado. Ao mesmo tempo, existia uma sensação confusa de proteção. Não sei se permaneci por respeito, por receio ou porque uma parte de mim queria entender o que estava sentindo.
Contei que percebia a excitação dele através das roupas. O contato inesperado tornava tudo mais intenso e me deixava dividida entre sair dali e permanecer. Ernesto perguntou sobre meus sentimentos.
— Todos ao mesmo tempo — respondi. — Medo, constrangimento, curiosidade… e excitação.
Meu corpo reagia, embora minha mente ainda procurasse uma saída. Ele me abraçava pela cintura e desviava a conversa para assuntos comuns: a universidade, meus amigos, o pouco tempo que permaneceria conosco. Dizia que gostava de mim e que eu era bonita. Eu escutava, adiava o momento de levantar e acabava ficando ali por dez ou quinze minutos.
— Em algum momento você percebeu algo além disso? — Ernesto perguntou com cautela.
— Não. Nunca percebi nada nas minhas roupas.
Minha resposta saiu rápida, como se eu precisasse estabelecer aquela certeza antes de continuar.
— Você quer continuar contando? Se sente constrangida? Ou quer parar de conversar? Ela: Não, eu quero continuar. Eu preciso me abrir com alguém. Então Ernesto continua perguntando: E quantas vezes você sentou no colo dele? Ah, eu acredito que umas cinco vezes. E as cinco vezes foram a mesma coisa. Ele chegou a tocar em alguma parte íntima sua? Não. O máximo que ele fazia era alisar minhas pernas. Na quarta ou quinta vez que eu sentei no colo dele, ele tentou pegar nos meus seios, mas eu não deixei e ele respeitou. Ótimo.
Balancei a cabeça.
— Quero continuar. Preciso me abrir com alguém.
Contei que aquilo acontecera aproximadamente cinco vezes. Em geral, o homem acariciava minhas pernas. Em uma das últimas ocasiões, tentou tocar meus seios, mas eu impedi. Ele recuou e respeitou meu limite.
— Isso é importante — Ernesto disse.
Era importante para mim também. Eu podia ter vivido emoções contraditórias e, ainda assim, dizer não quando não desejava algo.
Ernesto Pisano Pergunta: Mas ele ficou três semanas aqui e nessas três semanas aconteceram cinco vezes. Houve algum momento, na última semana, nos últimos dias que ele ficou aqui, que ele ficou mais ousado? Porque é natural o homem tentar ficar mais ousado nos últimos dias. Sonoe responde: Sim, aconteceram algumas coisas que até hoje não saem da minha cabeça. Mas eu me sinto muito constrangida em falar. E Ernesto, pisano, insiste: Se você falar, vai aliviar seu coração. Mas também se você não quiser falar, eu vou respeitar. Sonoe diz: Eu confio em você. Eu vou te contar.
Minha garganta apertou.
— Sim. Aconteceram coisas que até hoje não saem da minha cabeça. Tenho muita vergonha de falar.
— Falar talvez alivie o seu coração. Mas, se não quiser, eu vou respeitar.
Olhei para ele. A cozinha estava silenciosa, e aquela escolha era inteiramente minha.
— Eu confio em você. Vou contar.
Na quinta vez que ele me abraçou, que eu sentei no colo dele, normalmente era sempre na cozinha, no horário do café da tarde, porque meus pais não estavam em casa e era um horário vago. A última vez que eu sentei no colo dele, eu senti algo diferente. Eu não olhei para trás, eu nunca olhava para trás porque eu tinha vergonha. Mas eu senti que ele havia tirado o pênis para fora dos shorts antes de eu sentar. E quando eu sentei, eu senti diferente. Eu senti o pênis dele mais próximo de mim, bem no meio do meu bumbum, ereto, duro e quente, mas muito mais próximo da minha pele, mesmo estando de shorts, do que antes. E ali ele ficou me abraçando pela cintura, me apertando e conversando comigo. Eu senti tanto medo que minhas mãos tremiam. Eu fiquei insegura e, pela primeira vez, por alguns segundos eu não confiei nele. Mas nesse momento de insegurança máxima, aconteceu que minha calcinha ficou muito molhada, meus seios mudaram, meu corpo mudou. Eu fiquei num estado de excitação que eu não sei explicar. Fiquei com as pernas moles, sem forças para me levantar. Enquanto ele me abraçava forte e apertava meu bumbum, eu sentada no colo dele, apertava meu bumbum com a cintura dele, com o pênis duro. Mas logo eu criei forças na perna e me levantei. No momento que eu me levantei, eu vi ele mexer no short. Ele estava guardando o pênis, mas eu não consegui ver o pênis dele, porque eu continuei olhando para frente, eu não queria ver. E saí constrangida.
Medo, curiosidade e um pedido de desculpas
— O que você fez depois? — Ernesto perguntou.
— Ernesto pergunta: E aí, o que você fez? Eu não tive escolha. Eu fui para o banheiro, tomei um banho, troquei de calcinha, depois fui para o meu quarto, fiquei em pé, perto da janela, pensativa, pensando em tudo que estava acontecendo. Eu ainda estava nervosa, um pouco trêmula, um pouco com medo, mas ao mesmo tempo excitada e curiosa com aquilo que aconteceu. Ernesto pergunta: Curiosa como? Não sei responder, Ernesto. Curiosa no sentido de ter me sentido mulher, quando eu senti o pênis dele duro, quente, bem no meio do meu bumbum esfregando em mim. Foi tudo muito confuso pra mim. E Ernesto pergunta: Mas ele veio falar com você depois? No mesmo dia ou no dia seguinte? Te pediu desculpas? Sim, ele veio conversar comigo. E eu estava exatamente com a minissaia rosa e uma mini blusa que eu tenho. E ele veio pedir desculpas e entrou em outro assunto. Ernesto diz: Você pode me contar? Ela: Sim, claro.
Eu estava no meu quarto pensativa e ele entrou no mesmo dia e pediu desculpas e falou: Olha, eu sei que eu percebi que você percebeu que eu fui muito ousado. Eu tirei meu pênis pra fora e quando você sentou, acho que você sentiu. E Sonoe responde ao homem: Sim, eu senti. Foi muito constrangedor pra mim. Eu não esperava isso de você. Eu confiava em você. E o homem visitante, que estava hospedado em sua casa, responde: Olha, eu te peço desculpas. Eu te causei muita vergonha, muito constrangimento? E Sonoe responde: Ah, eu sou uma garota. Então, eu sabia que se eu sentasse no seu colo, eu sabia o que eu iria sentir. Mas eu não sabia que seria daquela maneira. Então causou sim um certo constrangimento. E o visitante, que estava em sua casa residindo, perguntou: Você está com raiva de mim? Ela disse: Não, não estou com raiva. Claro que não. E ele pergunta: Você me desculpa? Ela diz: Sim, claro. Eu não estou com raiva de você, disse Sonoe, a garota. Não estou com raiva de você. Eu só fiquei surpresa, fiquei com medo e estou um pouco confusa ainda. E o visitante diz pra ela, pergunta a ela, o morador visitante da casa dela: Mas você sentiu algum prazer?
Ela: Claro, eu sou uma garota. Eu também sinto prazer. Eu senti que você estava com a sua parte íntima para fora do shorts. Tentei me levantar, mas minhas pernas na hora ficaram muito moles, eu fiquei confusa e você falava muito rápido e me abraçava e tudo foi acontecendo e eu não tive forças pra me levantar. Então o homem diz: Então, Sonoe, você é uma garota linda. Não minta pra mim. Você conseguiu sentir algum prazer? Ela falou: Sim, senti sim. Me excitei bastante. Mas eu gostaria que você não fizesse mais isso sem me avisar. E o homem disse: Eu prometo. Mas eu gostaria de fazer uma proposta pra você. Amanhã quando nós estivermos sozinhos, eu quero conversar com você novamente. Está perto de eu ir embora. Mas não se assuste, não é nada demais. Posso conversar com você amanhã e te fazer uma proposta? Sonoe responde: Sim, pode. Eu posso dizer sim ou não para a sua proposta. Mas amanhã podemos conversar sim.
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