Contos Eróticos Ilustrados: Ayaka Naruse, 22 anos, e o Homem Desconhecido Parte 2

Depois de uma aventura que mudou sua forma de enxergar os próprios desejos, Ayaka Naruse conhece Alberto, um homem de 53 anos. Um conto ilustrado sobre atração, escolhas e segredos.

contos-eroticos-ilustrados-ayaka-naruse-homem-desconhecido-parte-2
Rosto da modelo anime Ayaka Naruse Modelo Ayaka Naruse 22 anos

Modelo Ayaka Naruse, 22 anos, e o homem desconhecido — Parte 2. Após a sua aventura de bicicross na trilha e na casa de pedra, onde conheceu um homem estranho, Ayaka descobriu um lado seu que ela não conhecia. Ela sente atração por homens rústicos e de meia-idade. Após uma aventura sexual inesquecível, ela passou alguns meses saindo apenas com seu namorado, Hélio, que nunca desconfiou de sua última aventura sexual. Ela agora busca, às escondidas, um novo macho maduro e conhece o estranho, mas atraente, Alberto, de 53 anos.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 1

Ayaka e seu namorado Hélio se preparam para mais um dia de bike cross de Ayaka, Hélio, o namorado, é apenas um mecânico da bicicleta. Ele tem um dom de consertar, customizar e otimizar bicicletas para cross. Ele arruma a bicicleta dela, deixa a bicicleta dela pronta. Ela, depois da experiência que teve na Casa de Pedra com um homem desconhecido e descobriu que seu namorado não desconfia das coisas que ela faz na intimidade, ela passou a usar roupas mais curtas, mais sensuais. Ela está pronta com a bicicleta que o namorado arrumou, com uma mini blusa super sexy, aparecendo os seios, os decotes dos seios, os mamilos, um micro short, aparecendo a silhueta da buceta e atrás, aparecendo a dobrinha da bunda. O namorado, que é um garoto de uma certa forma inocente, vê aquilo como algo normal e não proíbe sua namorada de usar esse tipo de roupa. Ele confia cegamente nela. Um grande erro.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 2

Ayaka Monta na bicicleta e sai em velocidade descendo a avenida da rua da casa de seu namorado, em alta velocidade rumo à praça, onde é projetada para bike cross, que fica a alguns quarteirões da casa do namorado dela e também da casa dela. Ela, com um short super sensual, pedala e propositalmente levanta do banco para mostrar o seu short curto. Quando ela vê algum homem que a interessa, ela levanta do banco da bicicleta para pedalar. Os homens olham, admiram sua beleza, sua sensualidade. Ela já não é mais a mesma depois da última trilha na casa de pedra. Agora que ela está preparada para sexo anal, com homens maduros. Agora que ela descobriu que ela gosta de macho. Ela não vai para a pista de bicicross na praça apenas para praticar. Ela vai também para ser caçada. Ela vai também para ver se encontra algum homem interessante. com toda a segurança e tranquilidade, sabendo que seu namorado não vai desconfiar de nada.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 3

Ayaka Assim que chega na praça de manobras de bicicross, imediatamente um homem de 53 anos, bem afeiçoado, se aproxima dela. Ela se assusta um pouco, apesar de ela estar procurando alguém com esse perfil. Ela é uma garota de família, sempre está na igreja e não está acostumada ainda com esse mundo que ela sonha e deslumbra. Mas ela também não repudia o novo amigo ou pretendente. O nome dele é Alberto. Ele se apresenta e pergunta o nome dela. Ela responde. Prazer, meu nome é Ayaka, Ayaka Naruse, Alberto, com intenções com a garota. Elogia o nome: Nossa, que nome diferente e bonito. Parabéns pelo seu nome. Ela sorri e agradece. Ele fala: Posso te fazer uma pergunta indiscreta que mulheres não gostam? Ela fala: Eu já sei, você quer saber a minha idade? Ele diz sim. Ela fala: Eu tenho 22 anos. Ele fala: Nossa, você é tão bonita, te parece ser mais nova. Eu até fiquei com medo de chegar perto de você e você ter menos de 18. Ela sorri e agradece, fala: Não, mas eu já tenho 22 anos. Hélio e a garota conversam ali, pedalando por alguns minutos. Ele tira dela algumas informações importantes, como nome, idade, e deixa ela ir fazer suas manobras. Ele fala: Vai lá fazer suas manobras, que eu também vou fazer as minhas. Depois a gente conversa. Ela fala: OK. Ela não está muito à vontade com ele. É um desconhecido, mas ao mesmo tempo ele chama a atenção dela de uma maneira sexual.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 4

Durante as manobras em rampas e ondulações Ayaka Faz questão de mostrar a sua habilidade no bicicross e pela primeira vez ela faz questão de mostrar o quanto seu shortes é curto, o quanto ela é sensual. Apesar do rapaz que se aproximou dela, Alberto, de 53 anos, ainda deixá-la desconfortável, instintivamente ela tenta mostrar seu corpo pra ele fazendo manobras. Outros rapazes na faixa de idade dela também estão na pista, olham para ela. Ela se sente desejada, se sente bonita, pois mesmo fazendo manobras perigosas, ela consegue observar que os homens olham para ela. Ela se sente feliz, desejada, ela se sente bonita, tudo que ela sempre quis ser.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 5

Ayaka Já finalizando as manobras, já cansada, em um determinado ponto, ela dá um salto, olha para trás e vê Alberto, de 53 anos, o homem que se aproximou dela, sentado olhando exclusivamente para ela. Aquilo a deixa preocupada e ao mesmo tempo excitada. Em suas lembranças, de repente vem a imagem do rosto dele. Ela lembra que já viu ele algumas vezes nesta praça, sentado observando ela fazer manobras. Mas antes, ela não tinha ainda passado pela mão do estranho da casa de pedra. Ela tinha seus instintos sexuais ainda reprimidos, escondidos. Agora que seus instintos estão aflorando, depois que passou um dia de sexo na casa de pedra com um homem estranho na trilha, no episódio anterior, ela lembra do rosto de Alberto, que ele já a observava há algum tempo. Então ela pensa: ele é um admirador meu, está atrás de mim há algum tempo, mas espero que ele tenha boas intenções e seja uma pessoa do bem.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 6

Ayaka senta para beber água e descansar as pernas. De repente, do seu lado aparece em pé Alberto, sorrindo. Ela fica um pouco assustada, mas ela admira seu corpo, seu físico, o seu jeito másculo de ser. Ele a cumprimenta e fala: Olha, desculpa eu me aproximar de novo, é que eu vi você sentada bebendo água, eu posso sentar no seu lado? Ela diz sim, tudo bem, não há problema. E os dois iniciam uma conversa. Ele começa a perguntar se ela tem namorado, não de maneira direta, mas de uma maneira indireta ele pergunta: Seu namorado não faz bicicross? Ela responde: Você conhece meu namorado? Ele diz: Não, não conheço, mas uma moça tão bonita como você deve ter namorado. Ela responde: Sim, eu tenho um namorado desde os 18 anos. Ele: Ah. E ela pergunta: E você, é casado? Ele diz: Não, infelizmente me separei. Eu tive alguns problemas com minha esposa, eu não queria me separar, mas ela achou melhor a separação. Ayaka Como toda garota curiosa, pergunta: Mas o que houve? Que você parece ser uma pessoa tão legal, um homem tão bonito. Quando ela diz que ele é um homem tão bonito, ele sorri. Ele diz: Houve um problema, mas vamos terminar de beber a nossa água e pedalar pela ciclovia para relaxar os músculos. E aí eu te conto a minha história. Ela aceita, sabe que a ciclovia é ali perto da praça de bicicleta, de bicicross, onde tem vigilantes, pessoas. Eles podem pedalar de bicicleta, conversar com toda segurança até ela conhecê-lo melhor. Os dois terminam sua água e vão pedalar para se conhecer melhor. Mas existe um detalhe. Enquanto Alberto está ao seu lado conversando, ele levanta para ir para a bicicleta. Ela, já com mais experiência, repara na bermuda dele, que ele está de pau duro. E pelo volume, ela vê que é um pau bem maior do que o do seu namorado. Ela olha e disfarça. Aquilo molha sua calcinha, chama sua atenção e muda toda a cabeça dela. O receio e o medo que ela tinha de Alberto começa a se tornar uma atração sexual.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 7

Ayaka E Alberto vão para a ciclovia. Começam a pedalar lentamente e a conversar. Ela está mais confiante. Além da ciclovia oferecer segurança, Alberto demonstra ser uma pessoa boa. E os dois pedalando um ao lado do outro, Alberto sentado no banco da bicicleta, a garota, de maneira esperta, sem ele perceber, observa novamente a bermuda. Provavelmente, dentro dos pensamentos dela, ela diz: Provavelmente ele está sem cueca. E está com certeza de pau duro. E ele tem pau grande e é bem maior do que o pau do meu namorado. Com certeza é um pau mais grosso. Aquilo mantém ela com a calcinha molhada. Deixa ela mais extrovertida. Por outro lado, Alberto, um homem maduro, enquanto conversa com a garota, ele também a observa. Ele não observa apenas o seu decote, nem a sua beleza, mas alguns detalhes que um homem maduro e experiente olharia. Ele vê que ela está disponível para um relacionamento fora do namoro. Ela tem uma buceta grande? Ele percebe pelo shorts. O shorts está enfiado na buceta, mostra perfeitamente a silhueta. Ele vê que ela tem uma buceta grande e que pelo bico dos seios, pelo sorriso dela e pela simpatia, ele entende que ela está excitada e está disponível. Mas Alberto, um homem experiente, de meia idade, sabe que tanto ela pode estar disponível e suscetível a uma relação fora do namoro, como, se ele disser uma palavra fora dos trilhos, ela pode ir embora e ele perdê-la. Por isso que ele conversa com ela, pisando nas pontas dos pés, sem aprofundar muito assuntos, certos assuntos. Mas… Ayaka Dota da garota curiosa. Volta ao assunto do casamento dele e pergunta novamente: Você não me disse, você começou falar e não me disse por que sua mulher te deixou? Você aparentemente tão legal, um homem bonito. Ele fala: Bom, você quer mesmo saber? Posso confiar em você? Ela diz: Claro. Eu não tenho pra quem contar, até mesmo porque não conheço ninguém relacionado a você. O Alberto diz: OK. Ele fala: Bom, eu sou um homem dotado. Eu tenho um pênis grande, grosso e eu tenho um defeito que normalmente as mulheres não gostam. Ayaka Após ouvir que ele tem um pau grande e grosso, ele imagina, ela imagina o resultado, que a esposa dele foi embora provavelmente porque não aguentava a vida sexual. Mas ele insiste em dizer: Eu tenho um defeito, mas só minha esposa sabe. Eu nunca consegui me abrir com ninguém.

Ayaka Naruse e Alberto conversando com suas bicicletas à beira-mar

Ele quer que Ayaka pergunte qual o defeito. Mas ela se fecha. Ele precisa de uma abertura. Então ele dá uma volta na conversa, para as bicicletas e diz: Me fala agora você sobre o seu namoro. Mas enquanto os dois conversam, ela, disfarçadamente, sem ele perceber, não tira o olho do pau duro dele. e ele não tira o olho do meio das pernas dela. Já existe ali um clima, um ambiente sexual. Ele entra no assunto do namorado dela, se eles têm uma boa relação. Ela diz que sim, que Hélio, seu namorado, é um perito em consertar bicicletas e que eles têm uma boa relação. Alberto tem que esticar a corda pra ver no que vai dar e pergunta: E no sexo, como é que é? Ela dá uns sorrisos meio sem graça, fala: Ah, no sexo corre tudo bem. E Alberto diz: Você ficou com um sorriso e com uma cara de quem ama seu namorado, mas quer algo a mais na cama. Ayaka baixa a cabeça, meio desconcertada, e diz: Quem sabe seja isso, talvez não. Mas o que eu posso te assegurar é que eu amo meu namorado e não quero deixá-lo. Alberto imediatamente responde: Não, não é essa a minha intenção. Ele aproveita o embalo e diz: Então eu posso te contar o meu segredo, já que você se abriu comigo? Ela, muito curiosa, diz: Tudo bem, me conte então qual é o seu problema. Ele fala: Eu sou apaixonado por sexo anal e tenho pênis grande, grosso, também adoro ler e ver animes sensuais. Minha esposa não aguentava. E aí acabamos infelizmente nos separando. Quando… Ayaka Recebe essa informação e lembra que fez sexo anal, quase uma tarde inteira, na casa de pedra, com um homem rústico, que tinha um pau grande e grosso e ela alcançou o orgasmo. Aquilo pra ela soou em seus ouvidos como uma possibilidade de uma nova aventura. Ela entendeu na cabeça dela que ela faz parte de um pequeno grupo de mulheres que, além de gostar de sexo anal, gosta de sexo anal com homens de pau grande. Ela olha pra ele e dá um sorriso e responde. Ah sim, Alberto, entendi qual é o seu defeito. Mas talvez, Alberto, isso não seja um defeito. Isso seja só um gosto seu. Algumas mulheres gostam, outras não. Infelizmente seu casamento não deu certo porque sua mulher não gostava. Eu sinto muito por isso. Alberto vira Para Ayaka Que pergunta. E você? Se acaso seu namorado fosse muito dotado e quisesse anal, você se separaria dele? Ela baixa a cabeça sem graça, olha para Alberto e diz: Não, não largaria meu marido por esse motivo. Essa resposta para Alberto foi um show de alegria. Ele não demonstrou, guardou só para ele. Imediatamente na cabeça dele, ele resolveu estreitar essa amizade. Ele diz: Antes de irmos embora, você poderia me dar o endereço da casa do seu namorado? Preciso fazer alguns ajustes na minha bicicleta, otimizar, para que eu possa fazer bicicross com mais tranquilidade. Eu sou muito pesado, essa bicicleta é pequena. Ayaka Percebe a intenção com duplo sentido de Alberto. Faz parte o endereço da casa do namorado. Afinal, se ele for lá, ela vai estar junto com o namorado. É uma segurança pra ela.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 8

À noite, em sua casa Ayaka deitada em sua cama, ela lembra de todos os detalhes e das conversas. Lembra do volume nos shorts dele. Ela se masturba compulsivamente durante toda a noite, lembrando de Alberto. Ela não vê a hora dele ir na oficina do namorado, para vê-lo novamente. Ela quer entender como Alberto vai fazer para ficar sozinho novamente com ela e os dois terem algum contato físico. Ao mesmo tempo que ela sabe que seu namorado não desconfia de nada. É o chamado pateta no que se diz respeito à confiança da namorada. Ela tem seus temores de alguém desconfiar, de alguém ver. Então ela aguarda ansiosamente o dia em que Alberto vá na oficina do namorado.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 9

Dois dias depois Alberto aparece na oficina de Hélio, o namorado de Ayaka, Ela estava lá com seu namorado. Roberto leva a bicicleta para fazer não apenas alguns ajustes, mas para comprar peças e otimizar a bicicleta. Hélio, o namorado da garota, fica feliz, pois o amigo da namorada vai render para ele um bom dinheiro. Vai comprar peças caras e ainda Hélio, o namorado inocente, vai lucrar com o serviço de manutenção. Em apenas um serviço ele vai ganhar o que ganharia em três ou quatro serviços. Enquanto Hélio, o namorado, está 100% focado no conserto da bicicleta, sua namorada Ayaka E Alberto conversam. Ele, um homem experiente de meia idade, toma cuidado com as palavras, para não assustar a garota e para que o namorado dela não desconfie da atração dele por ela. Ela, em contrapartida, também tem a mesma estratégia. Mas ela veste uma mini blusa quase transparente, aparecendo seus seios, uma micro saia, de tirar o fôlego de qualquer macho. Ele, um homem de meia idade, bem dotado, louco por sexo, de frente a uma ninfeta adulta, de 22 anos. Os dois se seguram para ter uma conversa sem que seu namorado desconfie, mas o clima de sexo já está no ar. Ela, só de ver ele, está com a calcinha molhada. Ela disfarça, aproveita que Alberto olha para trás para ver o conserto da bicicleta, ela olha a bermuda dele e vê que ele está de pau duro e confirma mais uma vez que ele é dotado. Os dois conversam tranquilamente. Ele conta para ela onde trabalha, o que faz. Sem seu namorado ouvir, ele diz a ela: Precisamos de novo passear na ciclovia ou ir na praça, fazer umas manobras de bicicleta e conversarmos. Ela sorri e diz: Tudo bem. Qual quer hora eu passo por lá?

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 10

No dia seguinte Ayaka Esse é o namorado Élio, bom centro da cidade. compra peças de bicicleta. Em uma das avenidas principais da cidade, eles encontram Alberto. Ela fica surpresa, fala: Oi Alberto, você por aqui? Ele diz: Que legal encontrar vocês dois. Vocês fazem um casal lindo. Ele fala: Eu trabalho aqui, subindo essa escada. Eu tenho uma contabilidade, trabalho sozinho. Ayaka diz: Que legal! Você pode até fazer as documentações para legalizar a bicicletaria especializada em bicicross do Hélio, do meu namorado? Hélio responde: Seria muito interessante. Alberto, um homem muito inteligente e vivido, diz: Olha, eu consigo legalizar na sua garagem, fazendo um meio simples, sem gastar muito dinheiro e você não precisa me pagar nada, fica pela nossa amizade, você foi um cara tão legal para consertar a minha bicicleta. Hélio fica feliz e inocentemente diz: Bom, vamos fazer o seguinte então: enquanto você Alberto e Minha namorada Ayaka sobem seu escritório e veem essa parte de papelada. Eu vou até o final da avenida, vou descer a outra rua e vou comprar peças de bicicleta que estão faltando. Vou demorar aproximadamente meia hora, quarenta minutos para voltar. Enquanto isso vocês veem a papelada. Iaca gosta da ideia. Ela vê uma oportunidade. Alberto mais ainda. Após a combinação, o namorado segue e Alberto e a garota entram no escritório.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 11

Hélio, o namorado inocente, segue seu caminho Ayaka E Alberto sobe as escadarias rumo ao escritório. Alberto, um homem inteligente, sobe um degrau atrás, ao lado dela, mas para ver a bunda dela. Ela está com uma calça legging, estilo legging suplex, enfiada na bunda, com uma cintura fina. Ele já imagina enrabando ela. Ela, por sua vez, sobe as escadarias com uma mistura de insegurança e muito tesão. Ela não vê a hora de ver o tamanho do pau dele, pôr na mão, de ser agarrada por ele. Mas, como toda garota que ainda está no início de uma fase sexual fora do namoro, ela tem suas inseguranças. Ambos sobem as escadarias, chegam ao escritório e começam a conversar.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 12

Alberto. Nos primeiros cinco minutos, dez minutos, ele conversa com ela atrás do balcão, explicando pra ela detalhadamente sobre as questões burocráticas para o namorado Hélio abrir uma bicicletaria em sua garagem. Ele diz: burocraticamente é fácil. Hoje em dia é tudo muito simples. Eu consigo fazer tudo aqui pelo computador e não vou cobrar nada dele. Se fosse algo mais complexo, com funcionários, etc., aí eu teria que cobrar. Mas nesse caso não, vamos fazer pela amizade. Ayaka sorri e agradece e fala: Se você for fazer pra todo mundo de graça, você não vai ter dinheiro pra pagar suas contas. Alberto responde: Não, fique tranquila. Aqui no centro da cidade tem muito comerciante que me pagam bem. Ela sorri e fala: Sendo assim, eu aceito. Alberto imediatamente muda de assunto, fala: Eu pensei em você esses dias. Ela sorri, abaixa a cabeça e fala: Eu também lembrei de você. Alberto olha diretamente pro decote dela e fala: Você está linda com essa roupa. Essa sua calça vermelha está maravilhosa. Ela sorri, fica tímida e agradece. Ele fala: Você é uma das mulheres mais bonitas que eu já vi na vida. Eu poderia te pedir uma coisa? Ela o quê? Ele: Com todo respeito, poderia te dar um abraço? Ela fala: Tudo bem, só um abraço, não há problema. Mas ela não sabe que tipo de abraço ele vai dar nela. Ela nem imagina.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 13

Alberto, já percebendo que ela está vulnerável e afim dele, ele sai de trás do balcão Ayaka Encontra ele achando que vai receber um abraço de frente de amigo. Alberto, como um macho alfa, do jeito que ela gosta, ele vira ela e abraça ela por trás. Ela fica um pouco constrangida. Ele fala: Você tem um perfume gostoso. Ela agradece: Obrigada. Ela se assustou por ele ter virado ela e abraçado por trás, mas ela também não repudiou e nem evitou. Ele abraça ela por trás e começa a encoxar ela. Ele está de pau duro, ela sente pela calça dele. Ele começa a beijar seu rosto, seu pescoço. Ela começa a ficar ofegante. Ela diz: Tenho medo do meu namorado voltar. Alberto responde: Ele não vai voltar tão cedo, eu sei onde ele foi. Ele vai demorar pelo menos uma hora pra voltar. Outro detalhe, eu tranquei a porta lá de baixo. pra ele entrar, ele vai ter que tocar o interfone. Ela, com essa informação, fica mais calma. Ele continua beijando seu rosto, seu pescoço e desce a mão por cima da calça dela na buceta. Ela põe a mão em cima da mão dele e tira. Ele acaricia sua barriga, faz uma nova tentativa. Na segunda vez ela deixa. Ele acaricia sua buceta por cima da calça, enfia o dedo na buceta por cima da calça. Ela fica mais ofegante, até que ele puxa o rosto dela e beija ela na boca.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 14

Esse beijo foi um verdadeiro divisor de águas. Alberto, ao beijar ela, sente que ela deixou os braços mais soltos, dando um sinal verde para que as mãos dele possam trabalhar melhor. Ele encoxa ela mais por trás. Ayaka Tendo o dedo dele na buceta, por cima da calça e dando um beijo de língua apaixonado, A garota fica com as pernas moles. Sua consciência agora só pensa em tesão. Ela está muito excitada. Ela já virou passageira na mão dele. Ele aproveita o embalo, enfia a mão por dentro da calça dela, dentro da calcinha e enfia o dedo na buceta dela e enfia o dedo dentro da buceta dela. Ela não se aguenta de tesão. Ela se entrega. Com a outra mão, ele enfia a mão dentro da calça dela, por trás, e enfia o dedo no cu dela. Ela continua beijando ele e cada vez mais ofegante. Ele percebe que com um dedo na buceta e ela autorizando enfiar um dedo no cu, ela é bastante suscetível a sexo. Ela é vulnerável. Ela gosta de um homem, de um macho alfa. Ele percebe isso e continua dando dedada nela. Ele tira as mãos de dentro das calças dela, as duas mãos, levanta a blusa, chupa seus seios e põe o pau para fora. Ele tenta abaixar a calça dela, ela não deixa. Ela fala: Não, penetração agora ainda não. Ele mantém ela de costas, pega o seu pau, pau, põe na mão dela. Ela realiza seu sonho, vê o tamanho do pau dele, algo em torno de 19 centímetros, grosso, negro. Ela sozinha vira de costas, põe o pau dele na bunda dela por cima da calça. Ele começa a empurrar e encoxar ela. Alberto não aguenta de tanto tesão e senta ela em uma cadeira.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 15

Alberto, senta Ayaka uma cadeira segurando pelos braços. Ela aceita passivamente. Ele percebe mais uma vez que ela tem um lado também submisso. Ele está de pau de fora, pau duro. Enquanto ela senta na cadeira, ela segura o pau dele. Em uma demonstração de que está apaixonada sexualmente por ele, ela pega o pau dele sentada, masturba ele, olha e ele fala: Você gostou, né? Ela diz: É o pau mais lindo que eu já vi na minha vida. Ele, sem muito respeito e com uma certa brutalidade, mas dentro de uma leveza e respeito ao direito da mulher, ele segura no cabelo dela e leva a boca dela até o pau dele e faz ela chupar. Ela começa a chupar. Enquanto ela chupa, ele enfia um dedo na buceta, com a outra mão ele levanta a blusa e fica apalpando seus seios. Ambos estão extremamente excitados. Ele goza sem avisar para ela. Parte do esperma ela engole voluntariamente e a outra parte respinga no rosto, nos seios e na blusa dela. Ele tira o pau da boca dela e, como todo macho alfa, com o pau ainda sujo de esperma bate no rosto dela e fala: limpa com a língua. Ela, de uma maneira submissa e apaixonada, limpa o pau dele com a língua, com os lábios, tira todo o esperma e dá mais uma chupada. Ao terminar, ambos vão para o banheiro, se higienizam, limpa a blusa dela, limpa o rosto dela e se arrumam, aguardando a volta de Hélio, o namorado dela.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 16

Quando Hélio retorna, ele toca o interfone: Alberto e sua Ayaka Namorado de Hélio. Desce as escadas, Alberto e a garota descem as escadas, encontro com Hélio embaixo. Os três ficam conversando. O inocente namorado dá um beijo na boca dela. Não sente o gosto de esperma que ela está na boca, nem desconfia de nada. Alberto, um homem esperto, conversa com Hélio, namorado. Diz a ele palavras que o agradam, que ele comprou peças legais, que ele fez uma ótima compra, que ele fez um ótimo negócio e que em 48 horas o CNPJ dele estará pronto e ele poderá trabalhar de maneira legalizada na garagem. Hélio, namorado, fica feliz. Enquanto isso, na cabeça… de Ayaka Só passam cenas do que aconteceu no escritório. Ela fica completamente apaixonada de maneira sexual por Alberto. Ela se sente uma fêmea dele agora? Ela se sente sexualmente propriedade dele? Mas de maneira alguma ela quer largar seu namorado. Ela pensa: me casarei um dia com ele, mas homens igual Alberto vão ser os machos que vão me comer. Um detalhe importante: antes de ir embora, Alberto percebe que a boceta dela está maior do que estava, pois de tanto levar dedada e tanto ficar excitada, está inchada. Seu namorado é tão inocente que não percebe. Alberto percebe, olha para a boceta dela e olha para ela. Ela entende o olhar de Alberto. Mas, como ela não tem o que fazer, aquela boceta linda fica à mostra em sua calça. A garota e seu namorado Hélio vão embora para suas casas, mas à noite, ao deitar na cama, ela começa a meditar certas situações.

Conto erótico ilustrado de Ayaka Naruse, imagem 17

Ayaka deitada em sua cama, à noite, pronta para dormir, ela começa a pensar em tudo o que aconteceu entre ela e Alberto. Ela se sente a fêmea dele. Ela se sente submissa a ele, sexualmente falando. Ela sabe que, mais cedo ou mais tarde, mais dia ou menos dia, ela vai ter que baixar a calcinha pra ele e ele vai comer ela com muita vontade. É tudo o que ela quer sexualmente. Mas ela tem algumas dúvidas: por quanto tempo ele vai me querer? Por quanto tempo eu vou poder ficar sendo usada por ele, sem que meu namorado perceba, sem que as pessoas descubram? Ayaka Quer muito ter uma relação íntima com Alberto e mais duradoura. Quer muito que Alberto seja um macho alfa dela e continuar com seu namoro com ele. Mas ela ainda não sabe exatamente como isso vai acontecer. Ela vai esperar o próximo encontro com Alberto na praça para conversar e ver o que vai acontecer. Veja no próximo episódio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *