Contos eróticos anime 3D · Anime sensual
Modelo Glauce of Parnassus 24 anos
A despedida de Celso e a chegada de Daniel — Parte 3
Modelo Glauce of Parnassus, 24 anos: a despedida de Celso e a chegada de Daniel – Parte 3. O porteiro e amigo Celso parte. A prefeitura o remaneja para outra cidade. A nossa anime 3D fica sozinha por alguns meses, caminhando pela cidade, lembrando de Celso e pensando em ter alguém. Ela não gostava de Celso como seu namorado ou futuro marido. Ela tinha Celso como seu macho, seu homem, e procurava algo parecido até encontrar Daniel. Mas Daniel tem peculiaridades e uma personalidade bem diferente.
Glauce Após alguns meses longe de Celso, o porteiro, ela vem se masturbando compulsivamente em sua casa. A garota tem um enorme desejo por sexo. escondido, lógico, de seus pais, familiares e círculos de amigos. Ela se masturba várias vezes por dia. Os meses se passaram e ela está desesperada atrás de um homem. Ela não quer um garoto da sua idade, nem um namorado. Ela quer um homem rústico, estilo trabalhador de obra, que tenha um pau de respeito e coma ela de verdade. Ela procura já há alguns meses, pacientemente, até que um dia.
Glauce Vai até o mercadinho próximo à sua casa. comprar algumas coisas básicas. Sentado em uma cadeira, Daniel, um homem de meia-idade, aproximadamente 45, 50 anos. Daniel olha para ela com olhares de desejo. Ela usa uma mini saia pink, muito curta, que dá para ver a popinha da bunda quando ela anda. Uma mini blusa de alcinha, sem sutiã, que dá para ver nitidamente seu decote e levemente a transparência dos mamilos dos seios. A garota caminha, passa por Daniel, olha para ele, ele olha para ela e ela continua sua caminhada para dentro da mercearia. Mas ela desperta um certo interesse. Ele é rústico, de meia-idade, ela só precisa saber se ele é bom caráter e se ele tem um pau que vai satisfazê-la. A garota, tímida e comportada aos olhos da família e amigos, já está se preparando para uma nova aventura.
Glauce No final do dia, não resiste. Ela volta ao mercadinho com a mesma roupa. Só que ela dá uma levantadinha na minissaia pra ficar mais sexy. Quando ela chega no mercadinho, ela encontra Danilo ainda sentado. Ela percebe um ponto positivo nele: que ele não bebe. Ela conversa discretamente com um conhecido dela, que conhece Danilo. Ele diz: É um rapaz trabalhador, ele não bebe, ele não fuma. Nos dias de folga ele fica no mercadinho. Isso a agrada muito. Ela caminha até o mercadinho novamente, encontra Daniel para tentar um diálogo, para ver se ele a chama para conversar.
assim que Glauce chega à porta do mercadinho. Daniel imediatamente olha para ela com simpatia e fala: Oi moça bonita. Ela responde olá. Ele pergunta o nome dela. Ela responde. Ela pergunta o nome dele. Ele fala prazer, Danilo. E os dois começam um diálogo. Ele pergunta: Você mora por aqui? Ela fala: Sim, moro no quarteirão de trás. E você? Danilo responde: Eu moro num outro bairro, um bairro de baixo, em uma casa simples, na trilha do parque florestal, onde tem ali um pequeno vilarejo. Glauce responde dizendo: sabera onde é o local? E pergunta pra ele: E por que você vem pra cá quase todos os dias? Às vezes eu venho no mercadinho e vejo você aqui. Daniel responde: É que aqui eu venho, eu sou conhecido do dono do mercadinho. E como eu trabalho mais à noite, fazendo bicos de vigilante, de ronda pela cidade, durante o dia, nas minhas folgas, eu fico por aqui. Glauce Passa a compreender melhor o comportamento do rapaz. Mora sozinho, em um bairro muito pobre, rústico, trabalhador, do jeito que ela gosta. Daniel diz: Você poderia sentar aqui qualquer hora para a gente conversar? A garota responde: Infelizmente eu não posso, pois eu sou da igreja, família conservadora, muitos amigos. Se eu sentar com um homem aqui no mercadinho para conversar, vou ficar mal falada. Você sabe como é cidade pequena. Daniel entende e diz: Bom, então a gente vai conversando. Qualquer dia eu te convido, você vai até minha casa. Pode ficar tranquila, eu sou um homem de bem. A gente senta lá, toma um café, bate um papo. Glauce sorri, não diz que sim, não diz que não, mas deixa no ar a possibilidade ambos trocam número de celular para uma possível conversa.
Glauce Caminha de volta para sua casa com o número de celular dele e ele com o número de celular dela, Glauce Finalmente se sente mais próxima de um macho. Ela caminha para casa com sua calcinha já molhada. Entra em casa, entra no banheiro e se masturba por pelo menos uns 15 ou 20 minutos. Ela enfia o dedo na buceta, enfia outro dedo no cu, imaginando Daniel comendo ela. Mas esses erotismos dela, ela só tem em seu local privado, fechado, sem ninguém saber ou ver.
Glauce Está sentada na cama em seu quarto, quando de repente ela recebe uma mensagem através de aplicativo de Daniel. Ela lê a mensagem, uma mensagem muito simpática, dizendo que gostou de conversar com ela, que ela não é apenas uma garota bonita, é uma garota simpática, decente, inteligente e que tem um lado com uma beleza diferenciada. Glauce Carente de afeto masculino e de sexo, ela gosta da mensagem. Ela responde com poucas palavras, mas de maneira educada e simpática. Daniel volta a mandar outra mensagem convidando ela para no dia seguinte os dois se encontrarem perto do mercadinho, na esquina da casa dela, onde tem uma praça, para conversar como bons amigos. A garota pensa, como ela já tirou referências dele, sabe onde ele mora, ela resolve arriscar e diz: Tudo bem, amanhã, às 14 horas, estarei na esquina próximo à praça. Nos encontramos, vamos até a praça e conversamos como bons amigos. Daniel responde: Sim, claro, como bons amigos, sem dúvida. Pode confiar em mim, eu sou um homem do bem. Glauce E Daniel passam a noite imaginando como vai ser o dia seguinte. Ambos, cada um em sua casa, se masturbam pensando se vai ter sexo, se vai ter romantismo ou se vai ser só amizade.
No dia seguinte Glauce veste uma blusa de alcinha, sem sutiã, muito sexy, bem decotada, aparecendo a barriguinha, um shorts de legging, cintura baixa, desenhando bem a silhueta da buceta e atrás bem enfiadinho, aparecendo a popinha da bunda. Na hora de colocar o shorts, intencionalmente ela levantou bem o shorts para ficar bem sexy para Daniel. Ele, por outro lado, estava com a mesma roupa. O horário marcado para as 14 horas, Acabou sendo antecipado alguns minutos. O tesão da garota era tão grande que ela acabou chegando no local dez para as duas e logo em seguida chega Daniel, que também está entusiasmado em provar a garota mais bonita e mais gostosa da cidade, a chamada Ninfeta Premium, apesar dela ser adulta e já ter 24 anos, mas tem um estilo de Ninfeta Premium. Daniel encosta a moto e ambos começam a conversar. Um assunto do dia a dia: quem é você, onde você trabalha, o que você faz, coisas que os dois mais ou menos já sabem um do outro. Até que Daniel diz: Você está muito bonita. Eu teria o maior prazer em caminhar ao seu lado até a praça para que os homens olhem você com toda sua sensualidade e vejam você ao meu lado. Eu teria o maior orgulho de ter ao meu lado uma mulher que os homens olhem. Glauce ouve aquilo e sente um tom de exibicionismo por parte de Daniel, do tipo que gosta de exibir a namorada. Aquilo deixa ela um pouco assustada, mas ao mesmo tempo a atrai a possibilidade de ter um macho que gosta de exibi-la com roupas curtas. Pode ser um atrativo novo na vida sexual secreta dela. Ambos caminham para a praça.
Já na praça Glauce e Daniel começam a conversar e imediatamente os dois entendem que têm basicamente o mesmo diálogo, as mesmas ideias. Eles conversam sobre coisas do dia a dia. Daniel, como um homem experiente, de meia-idade, dá um jeitinho de maneira discreta e entra no assunto de sensualidade. Ele diz: Às vezes eu vejo você andar aqui pela cidade com roupas curtas. Eu acho isso de uma personalidade linda e maravilhosa de uma mulher ter coragem de andar assim na cidade de roupas curtas. Os homens aqui na cidade sonham com você. Glauce sorri e responde. Na verdade, eu só ando com essas roupas aqui perto de casa. Vou até o mercadinho, volto e quando meus pais não estão em casa, estão trabalhando e quando não tem pessoas conhecidas por perto. Mas quando eu tenho que ir para mais longe, perto de pessoas conhecidas, perto dos meus pais, eu não uso essas roupas, pois sou de família muito conservadora e religiosa. Ela responde: Eu entendo, mas mesmo assim eu admiro. Meu sonho era ter uma garota assim como você. Glauce Pergunta: Assim como eu? Mas de que jeito? Que andasse do meu lado de roupas curtas, sexy, mostrando aos outros toda a sua beleza e sua sensualidade. Essa resposta de Daniel deixa a garota com a calcinha molhada, atrai ela. A ideia a agrada muito. Os dois conversam por alguns minutos. Daniel, um homem vivido, consegue convencê-la a levá-la para sua casa. Ele diz a ela: Vamos para minha casa, já que você não gosta de se expor com essas roupas e ficar conversando com homem? Alguém pode ver e maldar. Pode confiar em mim, todos me conhecem. Ela, sabendo quem é ele, mesmo com medo, aceita o convite e entra na sua moto.
Glauce e Daniel segue de moto pelo asfalto inicialmente. mesmo com o barulho da moto, os dois trocam algumas palavras. ela segura na cintura dele, encosta os seios nas costas dele, ele fica imediatamente de pau duro. conforme o percurso da viagem, ela vai se excitando, sua calcinha vai molhando. a oportunidade de ter um macho que tem cheiro de homem e jeito de homem rústico, finalmente está literalmente em seus braços. ela aperta mais os seios nas costas dele, ele está com o pau duro, a ponto de explodir. ele vira pra ela e fala: mesmo pilotando a moto eu consigo sentir seu perfume e sentir você. ela sorri e agradece, fala obrigada. e a viagem continua.
Já na trilha de terra, um parque florestal, onde fica o vilarejo onde Daniel mora, Daniel diminui bem a velocidade da moto, para não levantar poeira, não sujar a garota, também por questão de segurança. Os dois continuam a viagem. Daniel, super excitado, ela também abraçada com ele. Daniel olha para trás e diz a ela: Posso falar uma coisa? Ela diz: Claro. Eu acredito que o seu shorts aí atrás deve estar bem enfiadinho na bunda, na garupa da moto. Ela dá risada e diz: Sim, quando eu sentei na moto ele entrou bastante. Daniel, mais ousado, fala: Hum, e a calcinha, hein? Ela dá risada e diz: Essa mais ainda. Daniel fala: Se eu perguntar uma coisa, você fica chateada? Ela diz: Tudo bem, pode perguntar. Afinal… Glauce Já estava num estágio de excitação tão alto, com os peitos encostados em Daniel e abraçada com ele, que já estava aceitando qualquer pergunta. E Daniel pergunta: A calcinha tá enfiada na buceta? Ela dá risada e fala: Um pouco sim. Ele também dá risada, os dois sorriem e continuam a viagem, até chegar à casa de Daniel.
ao descerem da moto, já na frente da casa de Daniel, Glauce Olha, eu tenho poucas experiências com homem. Tive apenas um namorado até hoje. E só anos depois que eu fui ter outra pessoa, mas por pouco tempo. Então, se você respeitar meus limites aqui dentro da sua casa, eu voltarei outras vezes. Se você não respeitar, não voltarei mais. Daniel imediatamente responde: fique tranquila, eu sou um homem do bem. Eu quero ter você, então respeitarei todos os seus limites. Os dois conversam de maneira simpática, mas os dois ao mesmo tempo exalam sexo. Ela está tão excitada que pelo short dá pra ver sua vagina inchada, os bicos dos peito duro. E ela percebe pelo short dele que ele tá de pau duro.
Já dentro da casa, uma casa simples, humilde, ambos sorriem um para o outro. Daniel pede desculpa pela simplicidade, pela bagunça, Glauce responde: a minha casa é desse jeito, simples e, assim, e pobre. Não somos ricos, somos pobres. fique tranquilo. Os dois voltam a conversar. Ele diz: vou cumprir o que prometi. Vou respeitar os seus limites. Ela sorri e agradece mais uma vez. Mas ele diz sorrindo: mas primeiro eu preciso testá-los. Ela responde: como assim? Ele põe a mão na cintura dela, puxa ela por trás e abraça ela por trás. Ela permite e sorri.
Daniel abraça Glauce por trás, Ele está de pau duro. Ele põe a mão nas cinturas dela, ela põe a mão em cima dele. Ele começa a beijar seu pescoço, sua nuca. Ele beija ela na boca, sobe a mão, pega nos seios. Ele enfia a mão dentro dos shorts dela, ela permite. Ele enfia uma mão na buceta, a outra mão ele enfia dentro da calcinha no cu. Com um dedo, ele enfia um dedo no cu dela, com outro dedo ele enfia o dedo na buceta. Ela começa a ficar ofegante. Eles se beijam. Ele tira a mão do cu dela, só fica com o dedo na buceta. Levanta a blusa, chupa seus seios. Mas quando ele tenta abaixar os shorts dela, ele leva um não. Ela fala: Não. O sexo hoje não. Talvez da próxima vez. Ele diz tudo bem, mas ele fala: Você pode pegar pelo menos no meu pau? Ela vira, segura, masturba um pouco, mas não deixa ele gozar. Ela diz: Tudo tem seu tempo, é o nosso primeiro encontro e sua casa é longe da minha casa. Eu tenho que sair de casa às 17. Já está ficando tarde. Ele alisa ela mais um pouco, chupa um pouco mais os peitos dela, enfia novamente o dedo na buceta e outro dedo no cu, ela permite. Eles se beijam enquanto ele enfia dois dedos nela. Ela se excita muito. Na sequência, ele vira ela de costas.
Daniel Abraçando Glauce de costas, ele aproveita que está de pau de fora, duro. Coloca o pau na bunda dela, no meio dos shorts, ela permite. Ele começa a encoxar ela, ela empina a bunda pra trás. Ele levanta a blusa dela, aperta os seios enquanto encoxa ela. Depois com a mão ele segura o pau, coloca bem no cozinho dela por cima dos shorts, empurra, ela sente o shorts entrar no cu dela com a ponta do pau dele. Ela fica muito ofegante e excitada, mas começa a doer. Ela pede para ele parar, ele para. Ele faz a mesma tentativa por trás na buceta. Ela inclina o corpo e permite, por cima dos shorts. Ele tenta pôr na buceta. A buceta abre, entra a ponta do pau com os shorts. Ela sente um pouco de dor, mas deixa. Ela está muito excitada. Daniel tenta novamente baixar os shorts dela, ela segura e não deixa. Ele respeita. Ele tira o pau, se masturba e goza nas coxas dela.
Ao chegar em sua casa, Glauce Cheirava suor e esperma. Pois Daniel ejaculou em suas pernas. Apesar dela ter se limpado na casa dele, ela cheirava esperma, suor e sexo. Ela corre para o banheiro para os pais não perceberem, toma banho, troca de roupa, deita em sua cama, fecha a porta do quarto e passa praticamente a noite inteira se masturbando, pensando em Daniel, pensando no pau de Daniel. Glauce Além de ter encontrado um macho que ela queria, rústico, de meia idade, com vontade de comer ela, com jeito de macho. Daniel tinha um pau de respeito, grande e grosso, do jeito que ela gostava. A garota não via a hora do próximo encontro, que já estava marcado. Ela passa a noite se masturbando, pensando em tudo que aconteceu na casa dele, no pau dele e no próximo encontro. Veja no próximo episódio.
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