Modelo Miho Hashimoto 21 anos
O Amigo da Família e Seus Segredos — Parte 2
No segundo episódio, Miho Hashimoto, 21 anos, pensa na proposta de troca de segredos e amizade mais íntima com o novo hóspede da casa, amigo de seus pais. Ele sabe: ele descobriu alguns segredos íntimos dela. Ela sabe de alguns segredos íntimos dele. Ambos estão entrelaçados por segredos que seus pais não podem saber. Neste episódio, ela retornará à casinha dos fundos, onde Cláudio, o hóspede, mora? E algo inesperado acontece?
Miho Acorda pela manhã, toma café, toma banho e não sai da sua cabeça a proposta feita por cláudio, o visitante e novo morador da casa dos seus pais, que mora nos fundos no quartinho. Ela vai pro seu quarto, tranca a porta, fica em pé pensativo. Ela está muito excitada, coloca uma calcinha minúscula, preta, de renda, um short minúsculo, aparecendo bem o desenho da buceta, uma mini blusa de alça sem sutiã, aparecendo o bico dos seios e atrás aparecendo bem a popinha da bunda. Tem hora que ela para e pensa: por que eu coloquei essa roupa? Talvez seja de maneira instintiva. Estou muito excitada. Há alguns anos já procuro algum homem pra me tocar e quem sabe…Cláudio não seja este homem. Mas tudo dá medo. Medo dos pais descobrir, medo dele fazer algo a mais que ela não queira. Ela tem um corpo frágil, magra, muito bonita. Mas de repente alguém bate na porta do seu quarto. Ela sabe que é cláudio, porque seus pais não estão em casa. E ela treme de medo e excitação.
Cláudio estava arrumado, havia acabado de chegar da rua. Ela acordou dez horas da manhã. Ele acordou seis e foi procurar emprego. Como não encontrou, voltou e resolveu bater na porta do quarto de Miho para ver se ela já havia acordado e se ela já tinha uma resposta. Ao abrir a porta do quarto, ele fica deslumbrado com a imagem que vê. Ela com um short minúsculo, muito sensual, cabelos penteados, linda, feito uma pérola, gostosa, doce, tudo que ele sempre sonhou. Ele pergunta: Bom dia, minha rainha. Então, eu tenho alguma resposta? Ela diz: Eu acho que eu já tenho uma resposta. Mas vamos lá pro seu quartinho, melhor conversar lá. Eu fico meio insegura aqui no meu quarto. Ele diz: Claro, vamos. Me dê dez minutos para eu trocar de roupa, eu te chamo e nós vamos lá. Ela concorda.
Alguns minutos depois Cláudio retorna, já trocado de roupa. Miho O espera ansiosamente, com medo, insegura e excitada. Sua calcinha já está encharcada. Ela está curiosa para ver qual é a proposta. Ambos caminham juntos para o quartinho e a cena dela por trás é sensacional. Cláudio olha, vê sua bunda de fora e já fica de pau duro e pensa: vou ter que dar um jeito. Se eu não comer, pelo menos passar a mão e enfiar o dedo eu vou ter que conseguir. Mas para isso vou precisar do consentimento dela, usar minha experiência de vida para convencê-la.
Miho Entra no quartinho com Cláudio. Os dois se sentam no banco da cozinha e começam a conversar. Cláudio diz: Vamos fazer o seguinte no nosso acordo? Vamos começar com conversas íntimas, sobre as roupas que usamos, coisas assim, e deixar rolar e ver o que vai acontecer. E fica sendo um segredo nosso. A garota concorda. Cláudio, um homem vivido e esperto, não perde tempo. Pergunta: Você sempre usa essas roupas curtinhas? Só dentro de casa ou na rua também? Miho Responde: só em casa. Na rua eu não uso. Cláudio pergunta: por quê? Você fica tão linda, tão sensual. Miho Dá um sorriso e diz: Em primeiro lugar eu tenho vergonha de sair assim na rua, principalmente sozinha. Em segundo lugar meus pais jamais aceitariam. Cláudio imediatamente responde: Ué, um dia que seus pais não estiverem em casa? Você pode sair com uma roupa assim e junto comigo. Nenhum homem vai se atrever a mexer com você. Eles vão apenas te olhar, te admirar e você vai se sentir desejada. Ela abre um sorriso em sinal de sim. A conversa continua. Cláudio tenta ver os limites dela. Pergunta das calcinhas que ela usa. Ela responde: Você sabe, você já me espiou pela janela do meu quarto? Ele dá risada e diz: É, realmente você usa tanguinhas de renda, transparente, lindas. Ela dá uma risada sem graça. Ele põe a mão na perna dela e alisa. Ela não reclama nem repudia ele. Ele vê que ela está receptiva. Ele alisa suas coxas e leva a mão no meio das pernas dela, na buceta dela, por cima dos shorts. Ela abre as pernas. Ele dá um beijo nela e ele vê que ela está muito afim de toques. Mas ela deixa bem claro que não vai querer sexo. Ele diz: Tudo bem, e enfia a mão dentro do short dela, enfia o dedo na buceta. Ela geme, geme gostoso. A respiração dela fica profunda. Ela geme um pouco alto. Ela sabe que os pais não estão em casa. Cláudio pede pra ela uma outra situação, que a deixa constrangida, mas ela aceita.
Sérgio pede para Miru ficar sentada no banco com as pernas abertas, com a bunda rebitada. Ela aceita, mas pergunta por quê. Ele diz: Faz muito tempo que você não vê um pênis. Eu já vi você quase nua. Eu queria me masturbar olhando pra você, só olhando. Você permite? Ela fica sem jeito, fala: Tudo bem. Ele põe o pau pra fora, começa a se masturbar olhando ela de costas sentada e de frente. No meio da masturbação, ele não se aguenta, alisa a bunda dela, ela permite. Ele enfia a mão dentro dos shorts dela, enfia o dedo dentro do cu dela, puxando a calcinha de lado. Ela deixa. Ele enfia dois dedos no cu dela. Ela começa a gemer mais alto, a respiração fica mais ofegante, enquanto ele se masturba. Cláudio pega, tira os dedos do cu dela, pega o pau, põe no meio da bunda dela por cima dos shorts e começa a esfregar. Ela fica com a respiração ofegante, impressionada. Cláudio diz: Posso baixar seu short? Ela diz: Não, sexo agora não. Ele continua nu esfregando na sua bunda. Até o que ela não esperava, mas ele esperava, aconteceu.
Cláudio começa a se masturbar muito, enfia a mão na blusa dela, começa a beliscar o bico dos seios e beijar o pescoço dela. Ela se excita muito, ela abre as pernas, ele passa a mão na buceta dela, enfia a mão dentro dos shorts e taca o dedo na buceta dela. Ele volta a se masturbar e, quando ele menos espera, ele goza no rosto dela, nos seios dela. Ela põe a mão para não se melar muito, o esperma fica na mão dela. Quando termina, ele passa o dedo no rosto dela, põe na boca dela, ela enxupa o esperma. Ele tira o esperma dos seios dela, põe na boca dela, ela bebe o esperma. Ele percebe que ela gosta muito de sexo e está muito necessitada. Mas ela fica constrangida. Ela aceita todas as carícias, toda a sensualidade, todo o sexo que houve ali sem penetração. Mas, ao mesmo tempo, está assustada, um pouco constrangida. Cláudio vai acalmá-la.
Miho Com esperma no rosto, na blusa, nos seios e nas mãos escorrendo e a boca também cheia de esperma. Ela sente uma mistura de sensação realizada e desejo. O cheiro do esperma deixa ela excitada, o gosto. Ela não sentia isso há alguns anos, desde o seu primeiro e único namorado. Ela se levanta, Cláudio cordialmente a leva até o banheirinho dele. Ela se limpa, se lava, ele limpa o pau. Passam um pano na blusa dela e ele leva, conduz ela pela mão até a cozinha novamente para ela se acalmar e abraça por trás. Quando ele abraça por trás, ela sente uma sensação de conforto. Sente que ele foi ousado, mas que ela, na cabeça dela, ela pensa: ele foi ousado, mas eu precisava disso, de um homem que me tocasse, me alisasse e fizesse o que ele fez. Enquanto ele a abraçava, ele tirou o pau pra fora de novo, pôs na bunda por cima do shorts. Ela fechou seu olho e não reclamou. Ele empurrou o pau por cima do seu shorts no seu cozinho. Ela fecha o olho, sente a cabeça do pau entrar junto com o shorts um pouco no cozinho. Ela geme, fica com a respiração ofegante, sente o pau entrar junto com o shorts e a calcinha fio dental. Quando entra a ponta, começa a doer por causa do shorts, ela faz um movimento, ele sabe que ela sentiu um pouco de dor e para. Ele fica abraçado com ela por alguns minutos, de pau de fora encoxando ela, até gozar novamente na sua bunda. Ela não reclama, ele pede desculpa, fala: gozei no seu shorts de novo. Ela fala: tudo bem, eu vou pra casa tomar um banho e lavar essa roupa. Ao sair, Cláudio pergunta: Então, vamos continuar nosso acordo? Você vai continuar vindo aqui? Ela responde: Sim, vou continuar vindo. Só não garanto pra você se virei todos os dias, pois preciso de um ou dois dias pra me recuperar. Ainda estou me acostumando com você e com toda essa situação que há anos eu não faço. Cláudio aceita. Ela caminha pra sua casa, ainda suja de esperma, cheirando esperma, cheirando suor, satisfeita sexualmente, mas com a cabeça preocupada em muitas coisas.
Miho Já no conforto do seu quarto, à noite, com seus pais em casa, ela tranca a porta, fecha a janela, fecha a cortina bem fechada para não ser espiada por Cláudio, deita na cama e começa a pensar em tudo o que aconteceu. Por um lado, ela se preocupa com seus pais, com o pecado da igreja, mas por outro lado ela pensa: eu já sou uma mulher adulta, preciso de um homem. Ele é maduro, é discreto. E o que aconteceu hoje pra mim foi uma grande realização. Ele me penetrou com os dedos na buceta, no cu, beijou meus seios, gozou em mim. Ele gozou em mim sem pedir autorização, sem muito respeito, e isso me excitou. Depois quando ele me abraçou por trás, eu me senti confortável, mas novamente sem minha autorização ele pôs o pau pra fora, empurrou na minha bunda por cima do meu shorts. Eu senti entrar um pouco no meu cu. Ele é ousado, abusado, mas eu me senti bem com isso. Eu me senti mulher depois de muito tempo. Eu vou voltar lá, só não voltarei amanhã. Vou descansar um pouco e pensar. Continua na parte 3.
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