Modelo Ivelina Doychinova 24 anos
Contos eróticos de anime 3D • Parte 1
Ivelina Doychinova, 24 anos, é uma garota pobre, que mora com sua avó no interior, em uma casa muito pobre. Ela já tem 24 anos, teve apenas um namorado, não é mais virgem. Perdeu a virgindade alguns anos atrás com o primeiro e único namorado. Ela é uma garota caseira, de família, vai à igreja com a avó, fica em casa, às vezes visita alguns familiares na cidade, uma garota direita. Mas ela tem suas fantasias sexuais. Seu sonho é andar de roupas curtas na rua para os homens olharem. Mas em sua cidade isso é impossível. Um parente distante, seu Paulo, chega de viagem à casa da avó, conversa com a garota, ganha a amizade dela, convida-a para passar as férias na cidade grande onde ele mora. Ela aceita prontamente. Ele compra para ela roupas e diz para ela: “Onde eu moro, você pode usar as roupas que quiser, curtas ou compridas. Lá não tem esse tipo de discriminação.” Ela não responde, mas isso desperta nela um grande interesse. Ela viaja com ele, vai para a casa dele na cidade grande passar as férias e, quem sabe, morar. E é onde começa a sua aventura sexual.
A chegada do parente de sua avó à casa de Ivelina Doychinova de 24 anos, Traz esperança e novos ares para a garota, acostumada a usar vestidos compridos de igreja evangélica, da qual sua avó frequenta, acostumada a ir em círculo de amigos. de pessoas mais velhas, em virtude da companhia da sua avó, uma cidade muito pequena, muito atrasada. Ivelina Queria conhecer o mundo. Queria realizar seus sonhos, conhecer uma cidade grande. Ela tinha um sonho escondido: usar roupas curtas na rua, conversar com rapazes com roupas curtas, como as garotas das cidades grandes fazem. A chegada de seu Paulo revoluciona tudo isso. Ele convida a garota para passar as férias de fim de ano na casa dele, na cidade grande. A avó permite imediatamente, pois o seu Paulo é um conhecido da família, ele é da família, e um homem de extrema confiança e também da igreja. A garota se empolga e todos começam a preparação para a viagem.
Mas antes da viagem começam os preparativos. Senhor Paulo leva Ivelina Para comprar roupas novas, mais modernas, para ela usar na cidade grande. Ela fica envergonhada, sua avó também, mas ele diz: Eu sou um homem aposentado, ganho muito bem, e para ela ir para a cidade grande, é bom ela ter roupas novas. Para mim será um prazer, uma honra, ela é minha parente. A garota aceita e ambos vão comprar roupas novas. No caminho até a loja, uma cidade pequena, eles vão a pé. Ele conversa com ela, faz perguntas, se ela tem namorado. Ela diz que não. Se ela já teve namorado. Ela diz que sim, alguns anos atrás teve um namorado. Ele pergunta: Que roupas você gosta de usar? Ela fala: Ah, eu uso essas roupas que o senhor tá vendo. Mas ele volta a perguntar: Mas você gostaria de usar que roupas? Talvez vestidos um pouco mais curtos, mais fresquinhos, shorts mais curtos? E ela responde: É mais ou menos isso. Também calça jeans, que eu tenho só uma. Aí ele, seu Paulo, diz: Uma calça jeans, quem sabe mais justa no corpo, que desenhe melhor seu corpo, e deixe você mais moderna, conforme cidade grande? Ela diz: Sim, mais ou menos isso. Paulo percebe ali, um homem já vivido, que ela tem vontade de bater asas. E isso é muito importante para o seu plano. O plano de Paulo não é apenas acolher a garota como um familiar ou amigo, mas ele tem intenções diferentes com a garota.
Ivelina E Paulo entra na loja, mas, digamos, chique da cidade, mais moderna da cidade. A garota já sabe mais ou menos o que quer. Paulo não pensa duas vezes em pagar tudo o que ela quer. Ela compra um vestidinho curto, soltinho. Ela sabe que sua avó não vai vê-la vestir, porque ela está em outra cidade. Para viajar ela compra uma calça jeans justa azul clara, uma mini blusa, onde sua avó pode reclamar, mas ela já estará entrando no carro. Ela também compra algumas lingeries. Paulo faz que não vê, mas percebe que ela compra calcinhas e sutiãs de renda. Não fio dental, mas menores do que ele percebeu que ela usa pela marca do vestido. Isso estimula Paulo e faz Paulo pensar: é só um tempo, uma questão de tempo para essa garota aflorar sexualmente e eu ter ela dentro de minha casa. A jovem compra as roupas e os dois saem da loja felizes.
Ivelina E Paulo No retorno para a casa da avó, os dois continuam conversando. Paulo conta a ela como as garotas lá vivem, da idade dela. Ela fala, ele fala, próximo à casa dele, tem uma praça onde pessoas da idade dela se encontram durante o dia e à noite. Que as garotas vão de shorts curtos, aparecendo a popinha da bunda, mini blusa, minissaia. Ela ouve, arregala os olhos, sente vergonha, mas ao mesmo tempo sua calcinha fica molhada. Ela sente um interesse sexual muito grande pela situação. Ela se imagina na praça, rodeada de garotos, com um short curto, só aparecendo a popinha da bunda. Paulo percebe que ela fica diferente, mas não diferente constrangida, diferente de uma maneira curiosa, mesmo sem emitir uma palavra. E os dois retornam para a casa da avó para se prepararem para a viagem.
Ivelina Se arruma para a viagem e se prepara para entrar no carro do senhor Paulo. Arrumada de um jeito que a sensualidade dela nunca esteve tão próxima. Ela está com uma mini blusa baby look, sem sutiã, com lindos seios grandes, uma cintura fina, uma calça jeans colada no corpo, mostrando a silhueta da buceta enfiada na bunda, um saltinho alto, um batom rosa. Ela está divinamente linda e sensual. Paulo imediatamente fica de pau duro. Ela entra no carro e os dois iniciam a viagem.
Já na cidade grande, na casa de Paulo, uma casa de classe média alta, luxuosa e confortável, Ivelina Fica deslumbrada com o novo mundo, beleza, conforto, pessoas modernas. Assim que ela chega, Paulo pergunta: Você quer já tomar um banho ou comer alguma coisa? Ela diz: Não, não estou com fome agora. Ele fala: Então vamos conversar, sentada no sofá. Ela diz: Tudo bem. Os dois sentam no sofá e ele fala: Minha querida, aqui nessa casa eu moro sozinho. Você é minha alegria e minha companhia. Aqui você pode ficar à vontade, andar de shorts curtos, pijaminhas curtos. Eu comprei antes de você vir uns pijaminhas curtinhos, que você pode usar à vontade para você. Você pode andar de calcinha e sutiã pela casa. Eu sou um homem de idade, não vou olhar para você com maldade. E quando você sair na rua, pode sair para passear, apesar de ser cidade grande, meu bairro é pequeno e é seguro. Você pode sair de roupinhas curtas, shortinhos curtos e ir na praça aqui próximo conhecer as garotas. Pode ficar à vontade. Aqui eu permito tudo. Ivelina fica feliz e deslumbrada com tanta liberdade, tanto conforto e seus sonhos prontos para realizar. Mas Paulo, na verdade, está tentando ou testando até onde vai a sensualidade da garota, até onde ela está disposta a se expor sensualmente, mostrar sua sexualidade e só a partir daí ele poder passar uma cantada nela.
Ivelina E Paulo. Após a conversa, vão tomar banho, trocam de roupa. Ela veste um pijaminha bem confortável, uma mini blusa de alça sem sutiã, com um decolte, aparecendo seus seios nitidamente, um shortinhos curto, com uma calcinha nova que ela ganhou de seu Paulo, uma tanguinha branca de renda, transparente. O shorts e a calcinha ficam enfiado na buceta, aparecendo a silhueta da buceta perfeitamente, enfiadinho na bunda. Ela está usando o pijaminha que ela sempre sonhou. E ao lado do seu Paulo, ela ficou um pouco constrangida, mas ao mesmo tempo se sente à vontade e mais bonita. Paulo conversa com ela, fala: Minha querida, vamos jantar, comer alguma coisa e depois vamos na feira de doces. Lá vamos encontrar um grande amigo meu, o seu Wilton, que eu quero que você conheça. Ela concorda e aceita. Mas existe um ponto que ela ainda não sabe: as roupas que ela terá que usar.
Ainda é cedo. Na verdade, eles nem jantaram, fizeram um lanche da tarde, Ivelina Antes de lavar a louça, viu a roupa que vai usar: uma mini blusa de alcinha sem sutiã. Até aí ela achou bonita, mas muito ousada para andar na rua. E uma micro saia godê, muito curta e um salto alto. Ela fica confusa. E o Paulo fala: Você não sempre sonhou usar uma roupa assim na rua? A garota responde: Sim, sempre foi meu sonho, mas eu estou tímida, não sei se consigo usar. Ele falou: Se você não tentar, não vai saber se vai conseguir. E ela aceita. Antes de sair, ela vai lavar os pratos. Ele fala que não precisa, mas ela insiste. Enquanto ela lava os pratos, ele vem por trás de pau duro, usando um shorts de seda sem cueca e abraça ela. Ela fica desconcertada, ela sente o pau duro dele. Ele fala: Você pra mim é encantadora. Você encheu a minha vida de alegria. Não tenha medo de mim, nunca farei mal pra você. Eu quero que você se sinta aqui como se fosse sua casa. Ela sente nesse momento que está lavando a louça uma mistura de medo, insegurança, mas a sua calcinha fica molhada. Ela sente finalmente o pau duro de um homem atrás, sendo encoxada. Paulo se afasta, ela termina de lavar a louça, vai novamente para o banho, troca a calcinha, se arruma e os dois vão para o evento.
Ivelina E Paulo vão para o evento. Ela se veste, coloca uma calcinha, que nem a do seu Paulo, preta, de renda, minúscula, fio dental, na frente transparente, a blusinha de alça vermelha, sem sutiã, com decote bastante generoso, barriguinha de fora e uma micro saia de tirar o fôlego de qualquer um. De costas, conforme ela andava, dava pra ver um pouco da popinha da bunda. Ela sai de casa, entra no carro, cruza as pernas. Imediatamente Paulo olha e fica de pau duro. Ele a elogia, conversa com ela de diferentes assuntos para acalmá-la. No percurso ela se acalma, se acostuma com a roupa, desce do carro e os dois caminham na feira de doces. Ela se acostuma com a roupa. Os olhares dos homens, de todos os homens em volta, estão para ela. Ela começa a trocar os sentimentos. Em sua cabeça, que estava com medo, confusa, envergonhada, com olhares de tantos homens e seu Paulo ao seu lado lhe dando segurança, ela começa a trocar a insegurança e o medo pelo tesão, vaidade e pela sensação de estar sendo desejada. Sua calcinha começa a molhar novamente. Caminhando pela feira, seu Paulo leva ela até seu Wilson, que já estava programado encontrar com ele sem ela saber. Seu Wilson, um homem negro, um bom homem, cumprimenta a garota, conversam. Ela fica surpresa em conhecer o amigo do Paulo. Ambos conversam de maneira descontraída. E o Paulo fala: por que não vamos todos para minha casa conversar de maneira descontraída? A garota, sem opção, aceita. Seu Wilson fala: é uma ótima ideia. Antes eles compram alguns presentes para ela, alguns doces, bijuterias, alguns perfumes na feira. Ela, uma garota pobre e humilde, se sente feliz com os presentes, baratos, mas para ela valem muito.
Ivelina, Paulo Eu amigo Wilson começam a caminhar rumo ao contrário, saindo da feira, indo em direção ao carro. Eles passam novamente por todos os homens e pessoas que eles já haviam passado, só que desta vez ela está de costas. Ela caminha, a microsaia aparece a poupinha da bunda, todos olham, admiram, ninguém vê vulgaridade nela. Em virtude de sua beleza, todos veem muita sensualidade. Os homens ficam de pau duro, os homens a desejam e as mulheres que a olham sentem inveja ou querem ser como ela. Apesar dela já ser adulta, 24 anos, ela é a tradicional ninfeta dos sonhos de todo macho.
Ivelina, Paulo Eu amigo Wilson Chegam à residência do senhor Paulo. Eles entram e têm um papo descontraído. O Wilson e Paulo são dois homens na casa dos 60 anos, experientes, sabem que a garota estava insegura e que vai sozinha para uma casa com dois homens maduros. Eles, com sua experiência, conversam coisas cotidianas, acalmam ela sem ela perceber. Ela se distrai com a conversa, se acalma. Quando entram na casa, eles começam a elogiar ela, falam que ela tem uma beleza acima da média, que ela é inteligente, bonita. Ela se empolga porque nunca foi tão elogiada. E, de repente, sem ela perceber, seu Wilson a puxa pelo braço e senta ela no colo dele. Ela fica surpresa com aquilo, olha para o senhor Paulo, pedindo uma espécie de aprovação. O senhor Paulo diz: fique tranquila, minha querida. O Wilson é amigo meu, pode ficar sentada no colo dele. Ele é um cara do bem e gostou muito de você. Mas o problema era que, Ivelina Usava uma micro saia godê e uma calcinha preta fio dental de renda. Ao sentar no colo dele, ela sentiu o pau duro dele. Ele era um homem muito dotado. Ela, apesar de não ter experiência com homens, ela conseguiu sentir que ele estava com ereção e que seu pau não era nada pequeno. Aquilo a deixou constrangida. Mas no decorrer da conversa, ela foi relaxando, acostumando com o colo, com as carícias na barriga, nas pernas, foi se excitando. Paulo conversava com ela também, acariciava seu braço, dava beijo no rosto, ela foi ficando com o bico dos peitos duro, cada vez mais excitada, a ponto de 20 ou 30 minutos depois, sentada no colo, sendo acariciada pelos dois e elogiada, ela já estava tão excitada que ela já estava quase inconscientemente se entregando. De repente, seu celular cai no chão.
Ivelina, vê seu celular cair no chão. Paulo e Wilson também vê. Paula ameaça levantar para pegar, mas a garota diz: Não, tudo bem, eu pego. E de maneira impressionante, de uma maneira inconsciente, ela já estava tão excitada e tão à vontade com os dois, que ela agachou para pegar o celular. A saia levantou, mostrou sua bunda, o fio dental preto. Os dois ficaram de pau duro na hora. Na verdade eles já estavam. Ela não fez a menor cerimônia em mostrar suas partes quando agachou para pegar o celular. Ao levantar, ela sentou novamente no colo do seu Wilson. Seu Wilson não resistiu, passou a mão nas suas coxas. Paulo pegou nos seus seios. Ela pôs a mão em cima da mão deles, em um sinal de insegurança. Eles alisaram o seio e as coxas. Ela tirou a mão. Depois eles de novo alisaram seus seios por cima da roupa e suas coxas próximo da calcinha. Ela fechou as pernas, deu uma risada sem graça e eles pararam, sentiram que ali era o limite. Mas ficou marcado naquele encontro que… para Paulo e Wilson, dois homens experientes, Ivelina Era muito mais do que uma garota de 24 anos do interior, tímida, religiosa e de família conservadora. Ela tinha escondido dentro dela uma verdadeira vontade de ser mulher. Eles percebem isso. Percebem que ela quer por pra fora seus sonhos e fantasias. Mas com a experiência de vida que eles têm, eles preferem esperar, deixar ela sozinha ir demonstrando, da maneira que ela fez, a mesma maneira que ela fez quando o celular caiu no chão.
Na hora de dormir, seu Wilson vai embora, seu Paulo respeita o espaço dela, ela entra no quarto, muito excitada, confusa e ao mesmo tempo feliz por ter sido tocada e olhada por homens. E mais feliz por saber que aquilo será um segredo. Ela deita e dorme com uma roupa bem sensual, seu Paulo não vê. No dia seguinte de manhã ela acorda, toma um banho, põe uma calcinha cor bege de renda pequena, tanguinha, um shorts amarelo enfiado na bocetinha, aparecendo a silhueta da buceta, intencionalmente ela enfiou o short na buceta, puxou o shorts para cima para aparecer a popinha da bunda, pôs uma blusinha baby look sem sutiã aparecendo os bicos dos seios, uma sandalinha de salto. A intenção dela era ir para a famosa praça que o Paulo disse, onde tinha homens e garotos durante o dia para conversar e fazer amizade. Ela queria realizar seu sonho de andar na rua no meio de jovens da idade dela com uma roupa sensual. Paulo vê, percebe a intenção dela e diz a ela: fique à vontade, minha filha, pode ir para a praça. É só você seguir a nossa rua, entra na primeira direita, passa o primeiro quarteirão, no segundo já é a praça. Lá terá garotos, converse com eles e se divirta. Ivelina Fica feliz não apenas com a aprovação de Paulo em deixar usar aquele tipo de roupa, mas também com a aprovação de Paulo de deixá-la sair e o incentivo dele para que ela saia com aquele tipo de roupa e encontre garotos. Para ela, ele está sendo um cara legal, bonzinho, mas na verdade o que ele está fazendo é sensualizando ela, deixando ela naturalmente aflorar sua sensualidade para na hora certa, se ela permitir, se ela consentir ele dar o bote.
Já na praça Ivelina caminha sensualmente com seu shortinho amarelo enfiado na bunda, uma calcinha minúscula, um salto alto, uma blusa baby look, shorts aparecendo a silhueta da buceta. Todos os homens e rapazes que estavam na praça, que olharam para ela, entenderam imediatamente a mensagem. Para ela, ela só estava bonita, sensual. Mas para os homens de uma cidade grande entenderam que ela procurava algo mais. Dois garotos, na idade dela, adultos, com mais de 21 anos, imediatamente se aproximaram dela. Começaram a conversar e a conversa se tornou descontraída. Perguntaram de onde ela era, o que ela fazia, se tinha namorado, e ela também faz a mesma pergunta para os dois rapazes. Eles se chamam Danilo e André. André, de blusa preta, é mais ousado. Danilo é mais ganancioso. Os dois conversam com ela. André elogia seu corpo e suas roupas, fala: Você está simplesmente linda e muito sensual com essa roupa. Ela se sente realizada, seu sonho de muitos anos está realizado: ela com uma roupa sensual na frente de homens. Mas eles sabem que ela quer algo mais e convidam ela para ir para um galpão. Danilo diz: Vamos com a gente para o galpão aqui perto da praça? É um galpão abandonado onde os jovens se encontram. A gente senta e bate papo a tarde toda, dá boas risadas. O que você acha de ir para lá com a gente? Ela, em uma mistura de inocência de menina do interior e com a buceta totalmente molhada de tesão pelos dois rapazes, com a cabeça com muita vontade de ser possuída, ela não mede o perigo. Os dois rapazes são de boa índole, mas ela não os conhece, poderia ser uma armadilha. Mas, na verdade, eles querem mesmo é comerem ela. Ela aceita e eles caminham para o velho galpão.
Seu Paulo, um homem vivido, nascido e criado na cidade grande, não é bobo nem nada. Ele faz de conta que deixou a Alice sozinha, mas de longe ele acompanha seus passos. Paulo segue seus passos com duas intenções. A primeira é que ele sabe que ela é uma garota do interior na cidade grande. Sabe os perigos que ela pode correr e ele não é burro de deixar a garota sozinha. E longe ele vigia para onde ela vai, com quem ela conversa, por questão de segurança. Quando ele vê ela na praça conversando com Danilo e André, ele entende que ela está no caminho. Danilo e André são velhos conhecidos dele, de vista, não amigos. Ele conhece o pai dos garotos, sabe que são de boa família e os garotos são de boa índole. Ele entende que os garotos querem apenas comer ela. E isso também faz parte dos planos de Paulo: que ela se entregue para os garotos ali da praça, que eles a lisem, beijem, comam ela, desde que ela não arrume namorado. Por quê? Se ela se entregar aos garotos sexualmente, ficará mais fácil para ele, Paulo, também ter uma oportunidade. Após Paulo observar ela com os garotos, ele percebe que ela começa a caminhar rumo ao galpão, galpão vazio. Ele vibra, ele conhece o galpão, sabe que é um galpão sem perigo, abandonado. E que se ela aceitou ir para o galpão com os garotos, algo diferente vai acontecer
No caminho para o galpão, Paulo observa de longe. Ivelina Caminha no meio de Danilo e André rumo ao galpão, aparentemente uma conversa descontraída. André pega na cintura dela. Ela põe a mão em cima da mão dele e tira, sorrindo. Danilo imediatamente faz a mesma coisa, ela dá risada e tira também a mão. Eles falam: Você não gosta de ser abraçada? Ela fala: Gosto, mas eu tô um pouco tímida. Então Danilo diz: Quando chegar no galpão, podemos então te abraçar, não precisa ficar tímida, ninguém vai ver. Ivelina Já com os seios duros, os mamilos duros de tanta excitação, buceta molhada, ela sorri e diz: Quem sabe no galpão eu deixe. Os garotos pegam na mão dela, alisam seu braço e continuam caminhando até o galpão. Ao chegarem no galpão, eles entram e conversam um papo descontraído. Um toque aqui, um toque ali, um alisa o braço dela, o outro alisa a barriga, ela sorri, eles percebem que ela sexualmente é vulnerável, mas que é uma garota do bem. Até que Danilo passa a mão em sua barriga, ela vira de lado para ouvir e olhar o que André estava dizendo e Danilo escorrega a mão por cima dos seus shorts até sua buceta. Ela não tira a mão dele, mas fecha as pernas. Danilo tira a mão, olha para André e os dois entendem que ela está bem receptiva. .
Ivelina, ao mesmo tempo que está um pouco constrangida com o passar de mão, está feliz e descontraída com a conversa dos garotos. Eles são engraçados, ela dá risada, eles também. Até que André puxa ela pelo braço e senta ela no colo dele. Ela não reluta, ela aceita, senta no colo dele um pouco séria. Danilo diz: É assim que eu gosto. Você é uma menina de personalidade. Mas eu também vou querer minha vez. Ela sorri. Ali no colo de André, eles começam a conversar com ela, elogiar seu corpo. André, excitadamente pela foto, dá pra ver, põe a mão na boceta dela em cima dos shorts. Ela dá uma leve abertura de pernas. Danilo vem por trás, pega nos seus seios. Ela permite. Ela dá um beijo em André de língua. Quando ela termina, Danilo puxa o rosto dela e também beija ela. Ela se torna receptiva para os dois rapazes. Eles alisam ela, enfiam a mão dentro da blusa e tentam tirar os seus seios pra fora. Ela não deixa. Depois eles tentam abaixar seu short, ela não deixa. E ela diz: Calma, a gente tá se encontrando agora, se conhecendo agora. Vocês estão com muita pressa. E Danilo diz: Mas você não está afim de namorar com a gente, de brincar com a gente? Ela: Claro que estou, mas eu sou do interior, pra mim é difícil. Tudo tem um começo. E eles respeitam o limite dela e marcam para um outro dia um novo encontro.
Paulo vê tudo pelo canto do galpão, da porta do galpão. Ele não imaginava que seria tão rápido que os garotos conseguiriam alisá-la, por a mão na buceta, nos peitos, dos dois beijarem ela na boca de língua, ao mesmo tempo praticamente. Ele não imaginava que ela deixaria eles alisarem e enfiarem o dedo na bunda dela. Mas tudo aconteceu e ela pôs um limite, que era não baixar a roupa. Para Paulo, isso foi um grande avanço e um grande sucesso para os planos dele de também tentar comer a garota com o consentimento dela – Continua Parte 2.
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